Ginge foi localizado em uma colônia de gatos em Leeds graças ao microchip; reencontro com a dona emocionou voluntários e viralizou nas redes sociais. 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Reencontro com a dona emocionou voluntários e viralizou nas redes sociais — Foto: Redes sociais/catactiontrust_1977leeds Quase um ano depois de desaparecer, o gato Ginge foi encontrado a 138 quilômetros de sua casa, em Sunderland, no norte da Inglaterra, no ínicio deste mês de agosto. O animal foi localizado em meio a uma colônia de gatos selvagens em Garforth, Leeds, pela voluntária Lucy Roche, da Cat Action Trust, e voltou para a dona após ser identificado por um microchip. Roche contou que percebeu que havia algo diferente no animal enquanto visitava a colônia para levar comida, água e abrigo aos gatos. — Eu estava acariciando-o e pensei: ele é tão amigável que poderia ser o gato de alguém — disse. Veja reencontro: Microchip permitiu reencontro Levado ao veterinário, Ginge teve o microchip escaneado, revelando que pertencia a uma família que vivia a mais de 138 quilômetros dali. Segundo Roche, a dona, Beth, ficou emocionada ao receber a notícia. — Ela estava em péssimas lágrimas quando ligou para contar que ele havia sido encontrado e não conseguia acreditar que seu animal de estimação desaparecido estava voltando para casa — afirmou. Ginge passou a noite na casa da voluntária enquanto aguardava o retorno da família. — Ele estava aconchegado ao meu lado e dormia profundamente porque estava muito cansado. Acho que ele não dormia bem há muito tempo — contou Roche. O reencontro entre Ginge e sua dona foi registrado em vídeo e viralizou. A organização publicou as imagens no Facebook e afirmou que o momento emocionou toda a equipe. Roche destacou ainda a importância da identificação eletrônica: — O microchip foi a única razão pela qual ele pôde ser identificado e voltar para casa. Desde 2024, a implantação de microchip é obrigatória por lei para gatos de estimação na Inglaterra. A filial da Cat Action Trust em Leeds é administrada inteiramente por voluntários, que, segundo Roche, recebem diariamente "chamadas de socorro incessantes". A história de Ginge, por sua vez, alcançou pessoas até nos Estados Unidos e na Nova Zelândia. — O apoio tem sido impressionante — disse.