A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi realizado entre os dias 20 de agosto e 23 de agosto 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 JHC e Renan Filho: disputa em outubro? — Foto: Reprodução A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira mostra o cenário da disputa pelo governo de Alagoas. O levantamento, encomendado pela TV Asa Branca Alagoas, mostra que o ex-governador e ex-ministro dos Transportes Renan Filho (MDB) tem 42% das intenções de voto, contra o prefeito de Maceió, JHC (PL), com 40%. Na sequência, aparecem Lenilda Luna (UP), com 1%, e Márcio Jambo (Democrata), com 0%. Brancos, nulos ou não vão votar somam 7%. Indecisos compõem 10%. Para 65% dos eleitores ouvidos no levantamento, a escolha do candidato é definitiva. Outros 34% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro. Espontânea Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Renan Filho aparece com 17% das intenções de voto, enquanto JHC tem 16%. Outros candidatos somam 1%, e 1% dos eleitores afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas. O principal dado, porém, é o percentual de indecisos: 65% ainda não sabem em quem votar. Em uma simulação de segundo turno entre os dois principais candidatos, há empate dentro da margem de erro. Renan Filho e JHC aparecem com 42% das intenções de voto cada um. Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum dos dois somam 7%, enquanto 9% permanecem indecisos. Os dois também concentram os maiores índices de rejeição entre os candidatos. Renan Filho é conhecido por 86% dos entrevistados: 55% dizem que votariam nele, enquanto 31% afirmam que não votariam. JHC é conhecido por 76%: 52% dizem que votariam nele e 24% afirmam que não votariam. Lenilda Luna e Márcio Jambo ainda são pouco conhecidos pelo eleitorado: 88% e 92%, respectivamente, dizem não conhecer os dois candidatos. A pesquisa também indica que a avaliação do governo estadual é majoritariamente positiva. O governador Paulo Dantas é aprovado por 56% dos entrevistados, enquanto 28% desaprovam sua administração. Na avaliação qualitativa, 38% consideram o governo positivo, 35% regular e 17% negativo. Além disso, 55% dizem que Dantas merece eleger um sucessor, enquanto 34% discordam. Sobre os rumos do estado, 29% defendem a continuidade do trabalho realizado pelo governo, enquanto 37% preferem que o próximo governador mude apenas o que não está funcionando. Outros 27% consideram necessária uma mudança completa na administração estadual. A pesquisa também mediu o peso dos principais padrinhos políticos na eleição. Para 42% dos entrevistados, o governador eleito deveria ser aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 22% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 30% dizem preferir um governador independente. O apoio de Lula aumenta a chance de voto para 30% dos eleitores, enquanto 35% dizem que a manifestação do presidente não altera sua decisão e 29% afirmam que o apoio diminui a possibilidade de votar no candidato. Em relação a Flávio Bolsonaro, 22% dizem que seu apoio aumenta a chance de voto, 36% afirmam que não faz diferença e 35% dizem que diminui a possibilidade. Na avaliação dos principais problemas de Alagoas, a saúde aparece com ampla vantagem como a questão mais citada, mencionada por 41% dos entrevistados. A violência vem em segundo lugar, com 16%, seguida pelo desemprego, com 8%. Outros 16% não souberam ou não responderam à pergunta. A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE com os números AL-05503/2026 e BR-09091/2026.