O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (24) que o Irã tentou matar um de seus filhos, mas não deu detalhes sobre quando a suposta conspiração ocorreu, qual deles foi o alvo ou quão perto esteve de ser executado.
A declaração do premiê ressalta o aumento das tensões desde o início da guerra, em fevereiro, dos Estados Unidos e de Tel Aviv contra Teerã, durante a qual o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e outros dirigentes do país persa foram mortos.
O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, vota na principal seção eleitoral de seu partido, o Likud, durante as eleições primárias que antecedem as eleições gerais de outubro, em Jerusalém - Ohad Zwigenberg - 17.ago.26/AFP
Netanyahu, cuja coalizão aparece atrás nas pesquisas de opinião a dois meses das eleições gerais de 27 de outubro, fez a afirmação em entrevista por telefone ao Canal 14 de Israel.
Ele respondia a notícias de que uma das agências de segurança israelenses havia se recusado a fornecer proteção a um rival político antes da votação nacional.










