PUBLICIDADE Adversários na acirrada disputa em Pernambuco divergem sobre nacionalização da campanha, alianças políticas e resultados da atual gestão 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A corrida pelo governo de Pernambuco, uma das mais acirradas do país, abre a série de entrevistas do GLOBO com os principais candidatos nos maiores estados brasileiros. — Foto: Agência O Globo A corrida pelo governo de Pernambuco, uma das mais acirradas do país, abre a série de entrevistas do GLOBO com os principais candidatos nos maiores estados brasileiros. De um lado está Raquel Lyra (PSD), que busca a reeleição e vem conseguindo, nos últimos meses, transformar o aumento da aprovação de sua gestão em intenções de voto. Do outro, João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife (PE) e herdeiro de uma das dinastias políticas mais influentes do estado, tenta chegar ao Palácio do Campos das Princesas apostando na associação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e na nacionalização da disputa. Direita, centro ou esquerda? Descubra o seu perfil ideológicoCom qual candidato a presidente você mais se identifica? Faça o teste do GLOBO e descubra Em entrevista ao GLOBO, Lyra afirma que, antes de sua vitória em 2022, o PSB de João Campos havia se “ensimesmado no poder” e passado a se considerar “dono do povo”. Embora ressalte as parcerias institucionais com o presidente Lula, a governadora evita nacionalizar o debate e se define como “pernambucanista”, esquivando-se de declarar apoio a um candidato à Presidência. Leia a íntegra da entrevista com Raquel Lyra clicando aqui. Já Campos, que tenta governar o mesmo estado comandando pelo pai, Eduardo Campos, e o bisavô Miguel Arraes, busca nacionalizar a disputa, afirmando que a adversária é apoiada pelo bolsonarismo no estado. Outras acusações incluem o que considera o baixo volume de entregas por parte da atual gestão e a existência de um "gabinete do ódio" para atacá-lo nas redes. Leia a íntegra da entrevista com João Campos clicando aqui.