A Cruz Vermelha manifestou preocupação nesta segunda-feira (24) após seis trabalhadores envolvidos em uma tentativa de conter um surto mortal de ebola terem ficado feridos em ataques ocorridos na semana passada na República Democrática do Congo.
"Os ataques contra voluntários e profissionais humanitários são inaceitáveis", afirmou em comunicado o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, em conjunto com as sociedades da Cruz Vermelha da República Democrática do Congo e de Uganda.
Gradel Muyisa Mumbere - 18.jun.2026/Reuters
Segundo o comunicado, em 17 de agosto, um comboio da Cruz Vermelha de Uganda que apoiava o combate ao ebola foi atacado na província de Ituri —epicentro do surto—, deixando uma pessoa gravemente ferida. Duas ambulâncias foram apedrejadas e vandalizadas.
No dia seguinte, dois voluntários ficaram feridos ao tentar realizar um sepultamento na província de Haut-Uele. Eles foram retirados do local para receber atendimento médico, e dois veículos foram danificados durante a operação.







