“Influenciadores podem fazer propaganda na forma de livre manifestação do eleitor, ou seja, enquanto cidadão e sem impulsionamento do conteúdo”, explica o advogado Renato Ribeiro de Almeida, especialista em direito eleitoral. Esse tipo de conteúdo, sendo apoio ou crítica, não pode ser impulsionado. 📍Em uma série de 50 vídeos verticais, o g1 vai explicar os principais temas das eleições de 2026. Os conteúdos mostram como funcionam as pesquisas, explicam os cargos em disputa e o funcionamento do Congresso, e trazem orientações práticas para votar. A série também aborda o impacto das novas tecnologias na campanha, como inteligência artificial, deepfakes e influenciadores. 🚫Sem 'campeonato de cortes' A proibição de pagamento inclui também benefícios indiretos, como premiações ou incentivos financeiros disfarçados. A resolução veda “a contratação sob qualquer modalidade, ainda que por meio da utilização de mecanismos de competição, ranqueamento ou premiação que ofereçam, direta ou indiretamente, vantagem econômica a pessoas físicas ou jurídicas para que realizem publicações de cunho político-eleitoral em seus perfis”. A prática ganhou destaque nas eleições municipais de 2024. O advogado Guilherme Barcelos destaca o desafio de monitorar esse tipo de conteúdo em larga escala. “O desafio não é pouco. Porém, há várias regras a serem observadas pelas próprias plataformas, inclusive no sentido de manter um repositório com dados relacionados a impulsionamentos. No mais, é relevante que o Ministério Público Eleitoral e, mais ainda, que as próprias campanhas estejam atentas. Há remédios jurídicos à disposição desses atores. Eles devem levar ao conhecimento da Justiça Eleitoral a ocorrência de eventuais ilícitos”, afirmou. Influenciador pode fazer campanha? Veja as regras — Foto: Arte/g1
VÍDEO: influenciadores na campanha eleitoral | G1
g1 publica série de vídeos verticais que explicam os principais temas da disputa deste ano.













