Atual governador, Mateus Simões tem 4% das intenções de voto e está empatado com outros dois candidatos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Senador Cleitinho (Republicanos-MG) em discurso à tribuna — Foto: Carlos Moura/Agência Senado O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais, com 32% das intenções de voto, seguido por Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT), com 12% cada um, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21). Este é o primeiro levantamento do instituto sobre a disputa pelo Palácio Tiradentes desde o lançamento das candidaturas. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Cleitinho aparece com 32%, seguido por Patrus (12%) e Kalil (12%). Na sequência, aparecem o governador em exercício, Mateus Simões (PSD), Flávio Roscoe (PL) e Gabriel Azevedo (MDB), com 4% cada. Túlio Lopes (PCB) tem 2%, enquanto Rafael Duda (PSTU), Ben Mendes (Missão) e Indira Xavier (UP) marcam 1% cada. Henrique Áreas (PCO) não pontuou. Votos em branco e nulos somam 14%, enquanto 13% não sabem ou não responderam. A pesquisa ouviu 1.204 eleitores em Minas Gerais entre terça-feira (18) e quinta-feira (20) de agosto. Contratada pela Folha e pela TV Globo, a consulta foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MG-00446/2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa ocorre após a definição da candidatura de Cleitinho ao governo de Minas. O senador passou por um período de indefinição sobre a disputa e chegou a anunciar que não concorreria ao cargo, mas posteriormente voltou atrás e decidiu registrar sua candidatura. Rejeição O candidato do PT em Minas é o mais rejeitado entre os candidatos, com 29% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum no primeiro turno. Na sequência aparecem Alexandre Kalil (23%), Flávio Roscoe (17%), Cleitinho (14%) e Simões (14%). Segundo o Datafolha, a pergunta sobre rejeição permitia múltiplas respostas. Por isso, os percentuais não somam 100%.