Candidato a vice-governador no Pará é o único representante no Executivo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Votação com urna eletrônica — Foto: Divulgação / TSE O número de candidatos trans e travestis que registraram candidaturas com o nome social voltou a crescer nestas eleições. Em consulta à base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 54 candidatos aparecem como optantes pelo registro com tal identificação, um aumento de 45% em relação ao último pleito federal, em 2022. É o segundo ano de aumento desde que o uso do nome social passou a ser permitido — e computado para a cota de gênero — por decisão do TSE. Em 2018, foram 29 candidaturas. O uso do nome social no registro e na urna já havia sido adotado em peso, também, nos pleitos municipais. Foram 348 pedidos de candidatura na eleição de 2024 e 171 na de 2020. Seu Alex (à direita), candidato do PSTU a vice-governador do Pará — Foto: Divulgação Dos 54 registros de candidaturas (cinco delas já deferidas) em 2026, 53 são para cargos do Legislativo: são candidatos a deputado federal ou estadual. O único candidato ao Executivo é Seu Alex (PSTU), que pleiteia o cargo de vice-governador do Pará na chapa de Well Macêdo (PSTU). A inclusão do nome social — pelo qual pessoas travestis e trans preferem ser chamadas, de acordo com a sua identidade de gênero — em documentos passou a ser possível em cartórios, sem ação judicial, em 2018. Daquele ano até 2025, foram mais de 18 mil pedidos no país.
Eleições 2026: uso de nome social por candidatos trans e travestis cresce 45% pelo país
Candidato a vice-governador no Pará é o único representante no Executivo











