O US Open distribuirá US$ 108 milhões (R$ 560 milhões) em prêmios no último torneio do Grand Slam deste ano, informou a organização nesta quinta-feira (20), estabelecendo a maior premiação da história do tênis e possivelmente poupando o torneio de protestos sobre a remuneração dos jogadores.

Os campeões das chaves de simples masculina e feminina do torneio, disputado de 23 de agosto a 13 de setembro em Nova York, receberão US$ 5,5 milhões (R$ 28,5 milhões) cada, um aumento de 10% em relação ao ano passado e o maior pagamento da história dos Grand Slams para um campeão de simples da chave principal.

O pacote de remuneração também inclui o que a USTA (Associação de Tênis dos Estados Unidos) classificou como um recorde entre os Grand Slams para os pagamentos da primeira rodada, que neste ano aumentarão 27%, para US$ 140 mil (R$ 726 mil)

Os jogadores vêm exigindo uma fatia maior da receita dos Grand Slams, em linha com o que recebem nos torneios da ATP e da WTA.

Liderados por Jannik Sinner e Aryna Sabalenka, os principais jogadores limitaram a 15 minutos sua disponibilidade para a imprensa antes de seus jogos em Roland Garros e Wimbledon neste ano, como parte de um protesto para exigir que uma porcentagem maior da receita dos torneios fosse destinada à premiação.