Dez anos atrás, em 20 de agosto de 2016, eu estava no Rio de Janeiro. Era, ao lado do boa-praça Fabio Brisolla, coordenador da equipe da Folha nas Olimpíadas na Cidade Maravilhosa.
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Preso à mesa da sala de imprensa, somente uma vez saí para trabalhar em um evento: dirigi-me ao Maracanã para Brasil x Alemanha, a decisão do futebol masculino.
Prata quatro anos antes, batido pelo México de Peralta em Londres, o Brasil tinha nova oportunidade, dessa vez em casa, de pela primeira vez subir ao topo do pódio olímpico no esporte em que era penta mundial.
Do grupo que quase chegou lá na terra da rainha (hoje do rei), Neymar era o único remanescente.







