Importante: esta reportagem contém diversas referências a abortos espontâneos, que podem ser perturbadoras, e revela partes da trama de um filme.
No dia 17 de junho de 2009, uma mulher de 26 anos saiu de um hospital da Cidade do México, carregando uma embalagem de presente. Dentro dela, havia uma bebê recém-nascida.
A mulher se chamava Eleonor Alejandra Marín Mendoza. Ela não era a mãe da criança.
Horas mais tarde, ela e seu marido, Arturo, foram detidos em um hotel. A bebê, Katya Valentina, foi devolvida aos seus pais ilesa e Marín Mendoza foi condenada a 13 anos de prisão por sequestro.
O caso atraiu enorme atenção da imprensa mexicana. Ela havia fingido ter levado uma gravidez até o término, enganando seu marido, sua família e os próprios médicos.











