Jovem chamou a polícia e confessou o crime na região de Lisboa, segundo a imprensa portuguesa. Polícia informou que caso envolve suspeitas de maus-tratos e acompanhamento judicial. Carro da Polícia de Segurança Pública de Portugal — Foto: PSP Um adolescente brasileiro de 15 anos foi detido em Portugal suspeito de matar a própria mãe dentro da casa onde viviam em Algés, na região de Lisboa. O caso aconteceu na quinta-feira (13). Segundo o jornal português Público, foi o próprio jovem quem chamou as autoridades e confessou o crime. A emissora SIC Notícias informou que o adolescente relatou às autoridades que havia discutido com a mãe no dia anterior e que, durante a noite, aplicou um golpe conhecido como “mata-leão”. A vítima, uma brasileira de 33 anos, havia se mudado com os dois filhos há menos de três semanas para um apartamento na região de Lisboa. A irmã do adolescente, de 4 anos, também estava no imóvel no momento do crime. A Polícia Judiciária de Portugal afirmou que o caso pode estar relacionado a "eventuais maus-tratos físicos e psicológicos" praticados pela mãe contra os dois filhos, segundo a SIC Notícias. Agora no g1 O adolescente e a irmã já eram acompanhados pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Oeiras desde maio de 2024. Além disso, o pai das duas crianças está em prisão preventiva desde o ano passado por violência doméstica. A imprensa portuguesa informou que, por ter 15 anos, o adolescente não pode ser responsabilizado criminalmente pelo homicídio. Sendo assim, a medida mais severa prevista na legislação é o internamento em um centro educativo. Após a morte, familiares brasileiros do adolescente — entre eles a tia e a avó materna — viajaram para Portugal e disseram ter a intenção de ficar com a guarda da menina de 4 anos, segundo a imprensa portuguesa. LEIA TAMBÉM VÍDEOS: mais assistidos do g1 Portugal
Brasileiro de 15 anos é suspeito de matar a própria mãe em Portugal | G1
Jovem chamou a polícia e confessou o crime na região de Lisboa, segundo a imprensa portuguesa. Polícia informou que caso envolve suspeitas de maus-tratos e acompanhamento judicial.








