O problema: prompt cresce, ninguém sabe mais o que está ativo
Todo assistente de IA interno começa do mesmo jeito: um arquivo de instruções que cresce a cada caso de borda descoberto. Alguém acha um comportamento errado, adiciona uma frase no prompt pedindo pra não fazer aquilo. Seis meses depois o arquivo tem duas mil linhas, ninguém sabe qual regra ainda vale, e regras novas contradizem regras antigas sem que nada avise.
O sintoma não é o agente "alucinando" — é o prompt virar uma pilha arqueológica de patches, sem precedência clara, sem forma de testar se uma mudança quebrou uma regra anterior, sem separação entre o que é sempre carregado e o que só deveria entrar em cenários específicos.
A resposta foi tratar o conjunto de instruções como um sistema versionado com schema, não como texto solto: um manifesto que declara ordem de precedência, políticas separadas por preocupação, árvore de decisão para roteamento de tarefa, checklists por tipo de entrega, e — a parte que fecha o ciclo — um validador que falha a build quando o sistema fica inconsistente.
Anatomia: carregamento progressivo, não tudo de uma vez







