Com mais de R$ 1,5 bilhão investidos, operação deverá gerar mais de 500 empregos diretos e indiretos e impulsionar modernização de um dos mais importantes polos produtivos do país 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Entrada do prédio de produção da LG no Paraná — Foto: Divulgação Com o objetivo de impulsionar a capacidade produtiva e agilidade no mercado brasileiro a LG inaugurou recentemente uma das mais modernas fábricas de refrigeradores do país. Resultado de um investimento de R$ 1,5 bilhão, reforça o compromisso da companhia com o fortalecimento e a modernização do parque industrial nacional. Instalada em uma área de aproximadamente 770 mil metros quadrados, em Fazenda Rio Grande, no Paraná, a nova planta marca o início de um novo ciclo estratégico da empresa. Ao gerar mais de 500 empregos diretos e indiretos, a expectativa é que a operação reforce a vocação da região como um dos principais polos industriais da América Latina — inicialmente focada na fabricação de refrigeradores, a linha de produção deverá expandir suas atividades para os segmentos de lavadoras e secadoras de roupas. Um dos refrigeradores que integra a linha de produção da nova fábrica — Foto: Divulgação No plano geral, a iniciativa está diretamente ligada a um posicionamento orientado pelo conceito “Brasileira, do jeito que deve ser”, mote institucional que conecta pilares de investimentos, produção local e inovação tecnológica para fortalecer a relação da marca com público local, integrando um plano de atuação baseado na oferta de soluções para diversos contextos e rotinas dos consumidores. A partir do fortalecimento em categorias como televisores, monitores, áudio, ar-condicionado residencial, climatização e eletrodomésticos, a estratégia tem como base a consolidação da marca no país por meio da conexão entre produção local, inovação e um portfólio diversificado de tecnologias entre diversas camadas da população. Segundo Daniel Song, presidente da LG Electronics no Brasil, o mercado nacional é estratégico para a LG tanto por sua dimensão quanto pela diversidade e pelo nível de exigência dos consumidores. "É um país que demanda soluções globais, mas, ao mesmo tempo, exige um entendimento profundo dos hábitos, das condições climáticas e das características das residências locais”, afirma. Daniel Song, presidente da LG Electronics no Brasil — Foto: Divulgação Alinhada à estratégia global de Home Appliance Solutions da LG, o projeto foi desenvolvido a partir de uma abordagem digital-first, priorizando a escalabilidade, a eficiência e a conectividade. Tendo como base uma estrutura que combina altos níveis de automação, processos na nuvem, mecanismos avançados de rastreabilidade e rigorosos controles de qualidade, a linha pode produzir até 230 refrigeradores por hora — o equivalente a aproximadamente uma unidade a cada 14 segundos. “Um dos principais diferenciais é a flexibilidade produtiva, que nos permite trabalhar com diferentes configurações de refrigeradores e incorporar gradualmente novos modelos e tecnologias globais da LG. Estamos trazendo para o mercado nacional uma operação alinhada aos padrões internacionais da companhia e preparada para crescer à medida que o setor e as soluções avançam”, diz Rodrigo Fiani, vice-presidente de vendas. Além da ampliação da capacidade produtiva e da agilidade logística — a fabricação local pode reduzir em até 80% o prazo de disponibilização dos itens em determinadas regiões do país —, os objetivos também contemplam a consolidação de um roadmap que prevê o desenvolvimento econômico e social da região, com uma estrutura preparada para acompanhar o crescimento da categoria e para evoluir de acordo com as necessidades dos brasileiros. De acordo com Song, ao longo de trinta anos, a LG construiu uma relação sólida com o Brasil, em uma trajetória marcada pela combinação entre tecnologia global e conhecimento local. "Não estamos apenas falando de um mercado onde comercializamos produtos, mas de um país no qual investimos, fabricamos, geramos empregos, desenvolvemos parceiros e aprendemos continuamente com os consumidores”, conclui.