Na agenda de indicadores, a inflação ao produtor (PPI) abaixo do esperado em julho nos Estados Unidos e o crescimento do varejo brasileiro acima das estimativas provocaram uma reação contida dos investidores 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sede da B3, em São Paulo — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg O Ibovespa sobe nesta quinta-feira, em meio aos resultados das empresas no segundo trimestre. A piora do sentimento em relação às ações brasileiras, refletida na forte retirada de recursos por investidores estrangeiros nos últimos meses ainda segue no radar. Desde abril, as saídas acumulam R$ 32 bilhões. Na agenda de indicadores, a inflação ao produtor (PPI) abaixo do esperado em julho nos Estados Unidos e o crescimento do varejo brasileiro acima das estimativas provocaram uma reação contida dos investidores. Por volta das 10h30, o Ibovespa subia 0,25%, aos 168.179 pontos, na máxima do dia, após atingir os 167.042 pontos. No mesmo horário, o S&P 500 subia 0,24%, o Dow Jones ganhava 0,30% e o Nasdaq avançava 0,11%. O volume financeiro projetado para o índice brasileiro é de R$ 18,8 bilhões. As ações PN e ON da Petrobras caíam 0,24% e 0,86%, respectivamente, enquanto as ON da Vale perdiam 0,94%. Embora o lucro do Banco do Brasil tenha surpreendido positivamente, a alta da inadimplência preocupa, especialmente depois de outros resultados do setor gerarem menos entusiasmo em relação à composição do crescimento. As ações ordinárias do banco rondam a estabilidade (+0,05%). Entre as maiores baixas nesta manhã, Hapvida ON caía 9,71%, após resultados trimestrais decepcionantes e bem abaixo do esperado, mostrando uma combinação de indicadores operacionais fracos e aceleração na queima de caixa, segundo o Citi. Na ponta positiva, MRV ON ganhava 8,57%, apesar de resultados negativos no segundo trimestre, fortemente impactados por baixas contábeis na subsidiária norte-americana Resia e por uma fraca geração de caixa, na avaliação do Citi.