Polícia Penal frustrou ainda entrada de antena de internet e de drogas no Complexo de Gericinó 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Os celulares apreendidos — Foto: Seppen/Divulgação A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) realizou, nesta quarta-feira, uma operação em presídios do Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, onde estão presos chefes das facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP). Os agentes frustraram a entrada de uma mini antena de internet e de drogas, além de apreenderem 31 telefones celulares. No Presídio Jonas Lopes de Carvalho, o Bangu 4, onde ficam presos do TCP, foram encontradas 160 gramas de drogas. Os celulares foram achados no Presídio Alfredo Tranjan, o Bangu 2, onde também foram apreendidos cerca de 300 papelotes de drogas. Lá ficam presos do CV. O rádio onde estava escondida a mini antena de internet — Foto: Seppen/Divulgação A mini antena de internet foi detectada durante um procedimento de revista para recebimento de Sedex. Durante a inspeção da encomenda, por meio de scanner raio-X, foram visualizadas imagens compatíveis com componentes eletrônicos. Na sequência, foi utilizada ferramenta de inteligência artificial. Ao abrir o pacote na presença do interno ao qual a caixa era destinada, o policial penal localizou o equipamento num rádio. O preso foi imediatamente transferido para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, o Bangu 1, onde está em isolamento. A embalagem contendo os 300 papelotes de droga foi encontrada nas partes íntimas de uma visitante. O material foi detectado pelo scanner corporal. Ela foi conduzida à 34ª DP (Bangu) e autuada em flagrante por tráfico de drogas. O interno que receberia o entorpecente também foi colocado em isolamento, no Bangu 1. A ação desta quarta-feira contou com policiais penais das coordenações de unidades prisionais de alta e de média complexidade, da Subsecretaria Operacional da Seppen. As ocorrências foram registradas na 34ª DP. Fiscalização constante A Seppen ressaltou que vem adotando medidas tecnológicas e de procedimentos para endurecer qualquer tipo de atividade ilícita no sistema prisional. A instituição reconhece a importância de reprimir a entrada e circulação de itens proibidos, e a comunicação das facções, para enfraquecer o crime organizado. A secretaria reforçou ainda que mantém fiscalização constante nas unidades prisionais para impedir condutas irregulares, seja por parte de internos ou de servidores.