Tráfico de drogas e instalação de criminosos no país desencadeiam operações policiais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Agente da Polícia Judiciária ajuda a retirar cocaína de navio — Foto: Polícia Judiciária/Divulgação A Polícia Judiciária (PJ) fez mais apreensões de cocaína este ano que em todo 2025. A marca de 28 toneladas (três a mais que ano passado) foi alcançada na operação Skydrop no começo de agosto. A maior parte da droga, principalmente cocaína, vem da América Latina em estado bruto para ser transformada para consumo e distribuída a partir de Portugal. Somente na operação Skydrop a PJ desmantelou o envio de cinco toneladas escondidas em um navio com contentores. A origem era o Panamá: “Foram detidos dois cidadãos estrangeiros em situação clandestina e irregular e apreendidos objetos utilizados no arremesso da droga ao mar e transporte da cocaína”. Os tripulantes não eram brasileiros, mas a instalação de membros de facções criminosas do Brasil em Portugal é um fato que ajuda a entender a dimensão do país como destino europeu e ligou o alerta. Além de combater o tráfico em alto-mar, a PJ faz operações em território português. Em 2025, prendeu o traficante brasileiro Hulk em um condomínio de luxo em Cascais. A maior parte da droga chega pelo mar. Quase toda a cocaína apreendida em 2025 (95%) estava em embarcações, que são carregadas em alto-mar por barcos menores. A distribuição para o continente é feita por lanchas de alta velocidade capazes de transportar grandes quantidades a cerca de 120km/h. O canal de distribuição, no entanto, tem se diversificado e a PJ chegou a apreender um submarino carregado com nove toneladas de cocaína em janeiro deste ano.
Portugal bate recorde de cocaína apreendida e liga alerta para expansão de facções
Tráfico de drogas e instalação de criminosos no país desencadeiam operações policiais







