Valor representa um crescimento de 60,6% em comparação ao lucro reportado no mesmo período de 2025 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Campus Villa Lobos da Universidade Cruzeiro do Sul — Foto: Reprodução/Cruzeiro do Sul Educacional A Cruzeiro do Sul Educacional registrou um lucro líquido de R$ 100,7 milhões no segundo trimestre de 2026, representando um crescimento anual de 60,6%. O desempenho foi beneficiado pelo maior faturamento no período, aliado à melhora no resultado financeiro. Confira os resultados e indicadores da Cruzeiro do Sul e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 Entre abril e junho, a receita líquida da companhia foi de R$ 780,3 milhões, alta anual de 8,2%, impulsionada pelo avanço dos cursos de medicina e demais cursos da área da saúde no “mix” do segmento presencial, somado ao maior volume de veteranos na base. Também influiu no resultado a maior representatividade do semipresencial, com cursos de maior valor agregado. O faturamento presencial foi de R$ 535,9 milhões no trimestre, melhora de 8,7% em um ano, sendo que o faturamento de saúde, sozinho, somou R$ 389 milhões, ou 73% da receita presencial, com alta de 10,6% em um ano. No segmento digital + semipresencial as receitas foram de R$ 266,7 milhões, avanço de 6,1% em um ano. A Cruzeiro do Sul Educacional encerrou o mês de junho com 173 mil alunos no presencial, queda de 0,8% em um ano, e 381 mil no digital (contando semipresencial), retração de 7,3%. Apesar disso, o tíquete médio presencial chegou a R$ 1.042 no segundo trimestre, alta de 9,4% em um ano, já o tíquete digital ficou em R$ 238, crescimento de 12,8% em um ano. O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da companhia ficou em R$ 233,5 milhões no trimestre, crescimento de 16% em um ano. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 55,6 milhões, uma melhora de 22,9% ano a ano. Ao final de junho, a Cruzeiro do Sul registrava uma dívida líquida (excluindo o passivo de arrendamento) no valor de R$ 523,2 milhões, em comparação com a dívida de R$ 492,9 milhões no fim de março. A alavancagem ficou estável em 0,8 vez o Ebitda ajustado dos últimos 12 meses.