O presidenciável pelo PSD, Ronaldo Caiado, propôs, nesta segunda-feira (10), a criação de uma lei de terrorismo doméstico para enquadrar milícias e organizações criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Ele também falou na criação de uma polícia com países vizinhos do Brasil para combater o crime e disse que vai convidar o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Estado de São Paulo, para ser ministro de Segurança Pública.
A proposta de criar uma lei de terrorismo doméstico é a primeira que compõe o plano nacional de segurança pública divulgado nesta segunda pelo político, na sede do PSD em São Paulo.
Ele falou em distorção de conceito de terrorismo na lei nacional, que prevê o enquadramento dos crimes como tal se os atos forem motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião.
Com a proposta do político, a lei abrigaria crimes com outras motivações, abrangendo as ações do crime organizado, em sintonia com ação recente dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como terroristas.












