Já se tornou uma tradição brasileira: candidatos comprometem-se a dar prioridade total à educação, mas, uma vez empossados, não só esquecem a promessa como às vezes adotam medidas que a prejudicam. É o caso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na campanha de 2022, seu plano de governo afirmava que o investimento em educação seria o pilar central do desenvolvimento, mensagem reforçada em comícios e na propaganda eleitoral.
No poder, não fez muito para efetivar tal discurso. Sua principal iniciativa, o Pé-de-Meia, é um programa de transferência de renda, não propriamente pedagógico. O PT parece acreditar que os problemas do país podem ser resolvidos com a concessão de algum tipo de bolsa.
Agora, incapaz de resistir ao populismo em questões de gênero, afeta a organização escolar.
Em maio, o Congresso Nacional aprovou a lei 15.421 de 2026, uma proposta do governo federal relativa à Copa do Mundo Feminina da Fifa.











