Presidente falou sobre problemas do MoveBR durante evento do MTST em Taboão da Serra (SP), neste sábado (8) 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lula em ato do MTST em São Paulo com Janja e Boulos — Foto: Ricardo Stuckert / PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitiu, neste sábado (8), que o ritmo de contratações do programa Move Brasil, destinado à aquisição de veículos por trabalhadores de aplicativo, está abaixo do esperado nos primeiros meses. Ele atribuiu o problema a exigências bancárias para a aprovação dos financiamentos. — Resolvemos liberar dinheiro para financiar motocicleta aos entregadores, carro para Uber e táxi. Uma coisa maravilhosa, uma festa, todo mundo ficou muito feliz. Aí, quando a gente começa a colocar em prática, a coisa não anda. O cara vai no banco, fala, explica, aí exige uma coisa de rating (de crédito), exige uma coisa de não ter a conta — criticou o presidente. — O cara estava pagando R$ 1.800 de aluguel, esse dinheiro que ele pagava vai ser dele para pagar as coisas dele. Portanto, só porque deixa de pagar aluguel, ele já está no direito de pegar o dinheiro de financiamento, porque ele vai pagar, mas não deixa. Já fizemos duas reuniões — declarou Lula. Numa dessas reuniões, segundo o petista, mandou o ministro Guilherme Boulos (PSOL), da Secretaria-Geral da Presidência, arrumar 20 pessoas (“eu queria que fossem cem”) que não tinham conseguido acessar o programa para pressionar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, junto com integrantes da Fazenda e do Planejamento. — Eu queria entender porque é que a gente faz um programa e esse programa não anda. Aí foi bonito, acho que ninguém nunca viu uma reunião daquela, com o povo dizendo que tem direito. Dois foram reconhecidos na hora — concluiu.
Lula admite baixa adesão a programa para trabalhadores de aplicativo e acusa bancos de segurarem empréstimos
Presidente falou sobre problemas do MoveBR durante evento do MTST em Taboão da Serra (SP), neste sábado (8)










