Nesta semana, o podcast de eleições do Valor estreia sua versão em vídeo, disponível no site do Valor e no YouTube, além da distribuição tradicional em áudio 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Podcast Tabuleiro: Efeito Lulinha, vice de Flávio e balanço das convenções — Foto: Editoria de Arte O novo episódio do Tabuleiro, podcast de eleições do Valor, analisa a semana decisiva para as últimas costuras antes do início da campanha eleitoral. Os jornalistas Marcello Corrêa e Joice Bacelo recebem Maria Cristina Fernandes, colunista e repórter especial do jornal, para discutir o impacto político do escândalo do INSS, que voltou a preocupar a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a definição do vice de Flávio Bolsonaro (PL), e as estratégias por trás da formação das principais chapas presidenciais. O Tabuleiro desta semana apresenta também uma novidade: estreia sua versão em vídeo, disponível no site do Valor e no YouTube, além da distribuição tradicional em áudio. Efeito Lulinha, vice de Flávio e balanço das convenções | Tabuleiro Podcast As investigações das fraudes do INSS, que já envolviam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, ganharam novos contornos com a revelação de que Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe do gabinete presidencial, recebeu um empréstimo da lobista Roberta Luchsinger. O episódio virou um prato cheio para a oposição. As investigações estão sendo exploradas nas redes sociais e serão usadas em programas eleitorais, debates e discursos dos candidatos da direita pra tentar desgastar a campanha de reeleição do Lula. A escolha do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) para vice do senador Flávio Bolsonaro, na quarta-feira (5), foi uma reposta imediata a esses acontecimentos. Gaspar foi relator da CPMI do INSS. Tentou convocar Lulinha pra depor e chegou a pedir o indiciamento do filho do presidente. A escolha, feita de última hora, reforça a aposta da campanha bolsonarista em uma agenda anticorrupção, mas também envolve riscos e desafios. Este episódio do Tabuleiro ainda faz um balanço das convenções e definições das chapas presidenciais. Um marco dessas eleições é a quantidade de chapas "puro-sangue", em que candidato a presidente e vice são do mesmo partido. Esse cenário reflete a decisão dos partidos do Centrão de se manterem neutros na disputa. Outro marco é a falta de representação feminina.