Madrasta da criança, Kathellen Moreira, de 23 anos, também foi presa na ação 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Igor Gustavo Veloso de Souza — Foto: Reprodução O advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, de 33 anos, foi preso na noite desta quarta-feira suspeito de ter matado o próprio filho, Gustavo Veloso Feitosa, de apenas 3 anos, no último domingo em Palmas, Tocatins. A madrasta da criança, Kathellen Moreira, de 23 anos, também foi presa na ação. Segundo a Polícia Civil de Tocatins, o casal é investigado pelos crimes de homicídio qualificado e tortura. Os laudos da Polícia Científica revelaram que a criança apresentava diversas lesões na cabeça e em outras partes do corpo, compatíveis com agressões repetidas e atos de tortura. Também foram encontrados ferimentos na região do ânus da vítima, mas até o momento os exames não identificaram indícios de abuso sexual por meio de relação entre pai e filho. A investigação indica que essas lesões foram causadas pela utilização de um instrumento durante as agressões. Em relação à madrasta, as investigações apontam que ela também pode ser responsabilizada por não ter impedido as agressões, já que era uma das responsáveis pelos cuidados da criança enquanto ela estava com o pai. Ainda de acordo com a Polícia Civil, a perícia também concluiu que Gustavo morreu ainda no domingo, descartando a versão apresentada inicialmente pelo pai, de que o filho teria morrido apenas na segunda-feira em decorrência de um suposto afogamento. Os exames mostraram que a causa da morte era incompatível com essa versão. Após o cumprimento dos mandados de prisão na quarta-feira, o pai e a madrasta foram encaminhados à Unidade Penal de Palmas, onde permanecem à disposição da Justiça. Em uma nota divulgada nas redes sociais, a advogada de Sabrina Feitosa, mãe da criança, afirmou que a convivência do filho com o pai havia sido regulamentada judicialmente e que em breve irá se manifestar. "É indispensável esclarecer, ainda, que a convivência de Gustavo como pai não decorria de uma decisão livre ou irresponsável de sua mãe. O regime de convivência paterna havia sido regulamentado judicialmente e o seu descumprimento poderia caracterizar prática de alienação parental e ensejar na reversão da guarda da criança em favor do pai. No momento oportuno, a defesa se manifestará publicamente sobre o grave contexto de violência doméstica vivido por Sabrina que antecederam essa trajédia anunciada", informou a nota publicada pela advogada Stella Bueno. Em nota enviada à TV Anhanguera, a defesa de Igor de Sousa afirma que ele se entregou voluntariamente às autoridades. "Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso", diz a nota. Já a defesa de Kethellen Moreira diz que ela também se apresentou espontaneamente após a decisão judicial. No entanto, a defesa afirma que irá requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares ou prisão domiciliar. Segundo os advogados, Kethellen é mãe de um bebê de cinco meses. "A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa", diz a nota.
Após dizer que filho havia se afogado, pai é preso suspeito de matar e torturar criança de 3 anos no Tocantins
Madrasta da criança, Kathellen Moreira, de 23 anos, também foi presa na ação








