Já o maior motor do crescimento da receita foram as unidades de atendimento físicas e o serviço de atendimento móvel de exames de imagens e laboratoriais, principal negócio do grupo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Receita líquida da companhia avançou 14,4%, para R$ 2,3 bilhões, entre abril e junho — Foto: Divulgação A rede de laboratórios Fleury apurou lucro líquido de R$ 221,9 milhões no segundo trimestre, crescimento de 45,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita líquida da companhia avançou 14,4%, para R$ 2,3 bilhões, entre abril e junho. Confira os resultados e indicadores da Fleury e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 O maior motor do crescimento da receita foram as unidades de atendimento físicas e o serviço de atendimento móvel de exames de imagens e laboratoriais, principal negócio do grupo. Nesse segmento, a receita do laboratório da marca Fleury, um dos destaques segundo a companhia, subiu 12%, acima do crescimento médio das unidades de atendimento, que teve alta de 11,6%, considerando o desempenho orgânico. “Consistência é o atributo que melhor define os resultados financeiros entregues. No segundo trimestre, mais uma vez, apresentamos combinação de crescimento significativo de receita, elevação das margens, aumento do lucro líquido, alavancagem estável em patamares confortáveis e elevação do retorno sobre o capital investido”, disse ao Valor Jeane Tsutsui, presidente do grupo. No período, o retorno sobre capital investido saiu de 17% para 17,8%. A aquisição do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo, anunciada em novembro do ano passado, foi concluída durante o segundo trimestre, em maio, mas a consolidação oficial dos números e receitas do laboratório só começará a ser reportada a partir do terceiro trimestre. A companhia disse que manterá neste ano investimento equivalente que varia de 5% a 6% da receita. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu 15,2%, para R$ 612,9 milhões. A margem cresceu 0,18 ponto percentual para 26,5%. A dívida líquida encerrou junho em R$ 2,42 bilhões, alta de 6,4% na comparação com o trimestre anterior. Mas a alavancagem permaneceu em 1,1 vez o Ebitda, como no segundo trimestre do ano passado. A geração de caixa operacional alcançou R$ 695,8 milhões no trimestre, aumento de 42,9% quando comparada com o mesmo período do ano anterior. Segundo José Filippo, diretor financeiro e de relações com investidores, a alta, depois de recuo de 17,9% no primeiro trimestre em base anual, se deve à sazonalidade típica da geração de caixa no início de cada ano, que consome recursos de forma pontual com eventos específicos. “O primeiro trimestre consome um pouco mais de caixa porque ele tem alguns efeitos, como por exemplo, o pagamento de PLR [participação nos lucros e resultados]. É quando se tem uma renovação de contratos que são pagos e um carrego às vezes maior do final do ano que acaba levando para o início do ano”, disse.
Lucro líquido da Fleury sobe 45,7% no 2º trimestre, para R$ 221,9 milhões
Já o maior motor do crescimento da receita foram as unidades de atendimento físicas e o serviço de atendimento móvel de exames de imagens e laboratoriais, principal negócio do grupo







