Entre abril e junho, a companhia somou receitas de R$ 2,23 bilhões, crescimento de 5,2% em um ano 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A Dexco é dona da Deca, Hydra e Duratex — Foto: Divulgação A Dexco, dona da Deca, Hydra e Duratex, apresentou um prejuízo líquido atribuído a sócios da empresa controladora de R$ 12,9 milhões no segundo trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 31,7 milhões apresentado há um ano. No consolidado, a companhia teve lucro de R$ 14,9 milhões, queda de 61,4% em um ano. Confira os resultados e indicadores da Dexco e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 De acordo com a companhia, o resultado contábil do período foi impactado por efeitos não recorrentes de R$ 18,9 milhões, decorrentes principalmente da monetização de ativos florestais e de despesas associadas ao processo de descontinuidade da unidade de Revestimentos Cerâmicos de Urussanga (SC), incluindo o “impairment” (baixa contábil) registrado em função da futura negociação da operação. Tais efeitos foram desconsiderados para fins de apuração do lucro líquido recorrente, que ficou em R$ 33,8 milhões no segundo trimestre, alta de 13% em um ano. Entre abril e junho, a companhia somou receitas de R$ 2,23 bilhões, crescimento de 5,2% em um ano. O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou em R$ 587,5 milhões no trimestre, estável na comparação anual. O resultado financeiro líquido da Dexco foi negativo em R$ 197,9 milhões no segundo trimestre, também estável na base de comparação com o mesmo período de 2025. O custo caixa pro-forma, que correspondente ao custo dos produtos vendidos líquido de depreciação, amortização, exaustão e variação do ativo biológico, totalizou R$ 1,32 bilhão no período, avançando 2,1% na comparação anual. O desempenho reflete a inflação de custos de insumos como metanol, ureia e petróleo, que antecedeu a captura integral dos reajustes de preço implementados no trimestre, pressionando temporariamente a estrutura de custos antes da normalização esperada para os próximos períodos, explicou a companhia. As despesas com vendas pro-forma totalizaram R$ 315,9 milhões no trimestre, um avanço anual de 3,1%. A piora reflete o maior volume expedido pela Divisão Madeira no período, que naturalmente eleva as despesas comerciais variáveis associadas à venda. Ao final de junho, a dívida líquida da Dexco era de R$ 5,13 bilhões, redução de R$ 188,2 milhões em relação à dívida apresentada no final de março. Segundo a empresa, a melhora se deve à maior geração operacional, à disciplina na alocação de capital e à menor intensidade de investimentos após a conclusão do ciclo de investimentos de 2021 a 2025. Como consequência, o índice de alavancagem financeira, medido pela relação dívida líquida sobre o Ebitda ajustado e recorrente dos últimos 12 meses, encerrou o segundo trimestre em 2,72 vezes, ante 2,99 vezes no fim do primeiro trimestre.
Dexco reverte lucro e tem prejuízo atribuído de R$ 12,9 milhões no 2º trimestre
Entre abril e junho, a companhia somou receitas de R$ 2,23 bilhões, crescimento de 5,2% em um ano







