0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Livros — Foto: Pixabay Os autores brasileiros estão caindo no gosto das editoras "gringas". A venda de direitos autorais de livros nacionais no exterior bateu US$ 4 milhões (mais de R$ 20 milhões) no primeiro semestre do ano. A cifra é a mesma de todo o ano de 2024. Os números abrangem as editoras apoiadas pelo Brazilian Publishers, projeto de internacionalização da produção livreira nacional promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O avanço da venda de direitos autorais marca uma mudança no perfil das exportações. Este ano, os direitos representaram 44,6% do total exportado, enquanto o restante correspondeu à venda de livros físicos, que movimentou US$ 5 milhões no primeiro semestre. No ano passado, a venda de direitos correspondeu a 17,3% do total; em 2024, a fatia dos direitos foi de 30%. — O salto percentual na venda de direitos autorais comprova que o mercado global não quer apenas consumir o livro físico impresso no Brasil, mas deseja ativamente traduzir e incorporar nossas vozes e histórias em suas próprias linguagens e catálogos — diz Sevani Matos, presidente da CBL. Feiras Parte importante da estratégia do Brazilian Publishers se dá em feiras internacionais. Na Feira do Livro de Londres, por exemplo, o volume negociado da literatura brasileira saltou 221% este ano, com a venda de US$ 1,22 milhão em direitos autorais e US$ 1,07 milhão em livros físicos. No maior evento do gênero no mundo — a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, que acontece em outubro —, o Brasil terá estande próprio e encontros focados na venda de direitos. O setor também prevê participações na Conferência de Editores de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e na Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no México.
Venda de direitos de livros brasileiros tem salto milionário exterior
Venda de direitos de livros brasileiros tem salto milionário exterior
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