Cibersegurança exige estratégia integrada e a orquestração de um ecossistema capaz de conectar infraestrutura, governança e cultura 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Claro empresas - Websérie Episódio 1 - Segurança — Foto: Reprodução de vídeo Para 66% dos líderes de tecnologia no Brasil, ampliar a proteção contra riscos cibernéticos é a prioridade estratégica para 2026. Nesse cenário, a inteligência artificial (IA) desponta como o recurso mais utilizado para fortalecer a prevenção e acelerar a resposta a incidentes. Um levantamento recente da consultoria PwC reforça essa percepção ao mostrar que a segurança cibernética permanece entre as principais preocupações das empresas. O estudo indica que organizações de todos os portes e setores reconhecem que podem ser alvo de ataques e aponta um crescimento expressivo das ocorrências de negação de serviço (DDoS), impulsionado pela crescente digitalização das atividades econômicas. O cenário e os caminhos para fortalecer a proteção digital são debatidos no primeiro episódio da nova temporada da websérie “Vamos habilitar o próximo novo?”, apresentada pela Claro empresas, produzida em parceria com a Editora Globo e veiculada pelo Valor Econômico. A estreia reúne especialistas e executivos para discutir como infraestrutura, governança e cultura organizacional precisam evoluir diante do avanço das ameaças cibernéticas. “A IA está revolucionando a produtividade e a performance. Mas também vem tornando os ataques mais complexos e mais difíceis de serem identificados e defendidos com sucesso”, relata Silvio Meira, cientista-chefe da TDS Company. É nesse cenário que a arquitetura de zero confiança se mostra crucial, argumenta Ronaldo Lemos, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio. “Essa é a estrutura do mundo moderno, a única que vai funcionar daqui para a frente. Não dá para confiar em mais nada”. Além das análises de especialistas, o episódio reúne experiências de quem enfrenta esse desafio no dia a dia das empresas. Tomaz de Oliveira, diretor-executivo de Vendas e Alianças da Claro empresas, explica como a companhia atua como orquestradora, conectando infraestrutura, tecnologias, parceiros e soluções para criar um ecossistema capaz de sustentar estratégias de inteligência artificial com segurança, governança e escala. Nesse contexto, uma estratégia integrada fortalece a resiliência dos negócios diante da crescente sofisticação das ameaças cibernéticas. Já Leonardo Teixeira, coordenador de Infraestrutura da CSN, compartilha os resultados obtidos com a adoção de soluções especializadas de cibersegurança, mostrando como a parceria contribuiu para reduzir vulnerabilidades e ampliar a eficiência operacional. DA ESTRATÉGIA À OPERAÇÃO Para Tomaz de Oliveira, a resposta ao avanço dos ataques não depende apenas de tecnologia, mas de uma mudança na forma como as empresas tratam a segurança. “Infraestrutura, governança e segurança obrigatoriamente andam lado a lado. A proteção deve ser uma preocupação de todos, e não apenas de uma área, ainda que seja recomendável manter um líder atuando como consultor interno da alta gestão”. Do ponto de vista operacional, as atividades de contenção e prevenção podem ser realizadas dentro da organização ou por uma companhia parceira capacitada. Com mais de 40 mil colaboradores, a CSN, referência em mineração, metalurgia, logística, cimentos e energia, exemplifica a importância da parceria com a Claro empresas. “Em um ano, aumentamos em 207% a eficiência no Centro de Operações de Segurança (SOC), reduzimos em 87% o ruído em cibersegurança e tivemos 35% de queda no volume de vulnerabilidades para workstation”, finaliza Teixeira. ASSISTA AO PRIMEIRO EPISÓDIO
Websérie discute os desafios da proteção
Cibersegurança exige estratégia integrada e a orquestração de um ecossistema capaz de conectar infraestrutura, governança e cultura









