Ex-procurador-geral de Justiça é alvo de disputa para composição das chapas majoritárias do PT e do PDT no Estado 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Urna eletrônica — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares (PSB), anunciado como pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo PSB e cobiçado para formar chapa com outras legendas, criticou o cenário eleitoral no Estado. "Faltam 30 horas para as definições partidárias. É incrível que Minas deixou para o último momento. Meu partido tem seis opções. (...) Minas infelizmente chegou a esse ponto", lamentou em vídeo publicado nas redes sociais. Leia mais Jarbas Soares tem sido alvo de disputa entre PT e PDT para compor a chapa majoritária dos partidos. O PT, que já tem Patrus Ananias como candidato a governador, tenta atrair Jarbas para a vaga de candidato a vice-governador ou senador. O mesmo é feito pelo PDT, que tem como candidato ao governo Alexandre Kalil. O PSB, por sua vez, tem mais interesse que Jarbas seja candidato a governador, ou a senador. O Valor apurou que Jarbas também tem recebido ligações de outros partidos e candidatos para formação de chapa. Mas a definição da vaga que irá ocupar depende das construções que estão em negociação com as legendas e suas alianças. Um interlocutor disse que o PSB estaria mais inclinado a formar aliança com o PDT, mas a informação não foi confirmada. "Eu, particularmente, sei para mim e para o meu partido o que é melhor, mas nós temos que definir conjuntamente. Não pode ser um voo isolado, uma opção individual. Portanto, este dia é de muito diálogo, muito debate para chegar amanhã com uma solução. Se a gente chegou nesse ponto não foi nossa responsabilidade", acrescentou Soares. O PT marcou para amanhã (5) um encontro com partidários e movimentos sociais para lançar as candidaturas de Patrus e da candidata ao Senado Marília Campos (PT). A expectativa é que o partido anuncie os outros nomes que irão compor a chapa. A federação Psol-Rede definiu que irá apoiar a candidatura de Patrus, mas ainda não conseguiu fechar aliança com a Federação Brasil da Esperança - que reúne PT, PV e PCdoB - por conta do lançamento de Áurea Carolina para o Senado. O PT tem preferência por um segundo nome para o Senado com perfil mais de centro. Áurea Carolina confirmou que ainda não tem definição se comporá com o PT ou se a federação seguirá com a campanha de forma independente.