Os resultados trimestrais positivos de Palantir, McDonald's e Caterpillar ajudaram a dar suporte aos índices americanos nesta terça (4) 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A possibilidade de uma reabertura do Estreito de Ormuz nos próximos dias impulsionou os índices Dow Jones e S&P 500 a renovarem suas máximas de fechamento nesta terça-feira (4), juntamente com o suporte de resultados trimestrais positivos de Palantir, McDonald's e Caterpillar. Ainda são aguardados os números de SpaceX e AMD, mais tarde, o que pode reviver a volatilidade no setor de tecnologia e nas ações de chips e semicondutores, após a recuperação do fraco mês de julho. O índice Dow Jones encerrou em alta de 1,71%, aos 54.085,94 pontos, o S&P 500 ganhou 1,79%, aos 7.736,50 pontos, e o Nasdaq escalou 2,59%, aos 26.584,99 pontos. Os setores de tecnologia (+4,09%) e de materiais (+2%) registraram os melhores desempenhos, hoje. Os preços do petróleo voltaram a operar abaixo de US$ 80 por barril após o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmar que um acordo para a reabertura de Ormuz poderia ser firmado entre hoje e amanhã, embora o Irã tenha negado, em mais de uma ocasião, que não há tratativas entre os países. O cenário geopolítico e corporativo dominou as negociações hoje, com uma reação extremamente tímida dos investidores aos indicadores de atividade e mercado de trabalho divulgados nesta terça-feira. Apesar dos recordes atingidos nesta terça, os profissionais do Schwab notam que as preocupações que motivaram a volatilidade das ações de chips em julho, como o aumento do investimento em inteligência artificial, podem não ter sido totalmente superadas. “A redução da alavancagem em operações especulativas na semana passada pode ter aliviado parte da pressão sobre o ímpeto do mercado, mas é importante lembrar que as ações tiveram uma alta vertiginosa antes de julho e reagiram negativamente a resultados acima do esperado no setor de tecnologia, o que sugere expectativas elevadas.” Operador na bolsa de valores de Nova York (Nyse) — Foto: Michael Nagle/Bloomberg