O advogado que representa o filho do presidente afirma que a iniciativa seria uma "pesca probatória" por envolver episódios que já foram investigados pela Polícia Federal no âmbito da "Operação Sem Desconto" 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito envolvendo o empresário Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Os três pedidos foram apresentados em julho e ao menos dois já foram distribuídos ao ministro André Mendonça, relator da "Operação Sem Desconto" no STF. A informação sobre a investigação foi confirmada pela própria defesa de Lulinha. Ainda não há detalhes sobre este terceiro pedido. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa o filho do presidente, afirma que a iniciativa seria uma "pesca probatória" por envolver episódios que já foram investigados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Sem Desconto, a investigação sobre fraudes no INSS e que chegou a quebrar os sigilos bancário e fiscal de Lulinha no começo deste ano. Carvalho afirma ainda que o empresário, que atualmente mora na Espanha, está à disposição para prestar todos os esclarecimentos às autoridades brasileiras. Na quinta-feira (30), Mendonça acatou pedido da Polícia Federal e autorizou abertura de inquérito para apurar a atuação de Lulinha na autorização da comercialização de cannabis medicinal em um contrato com o Ministério da Saúde. A PF quer saber se Lulinha atuou em favor de uma empresa ligada ao empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, investigado por suspeita de envolvimento com as fraudes em descontos de aposentados do INSS. Na sexta-feira, o ministro autorizou o pedido para investigar a relação de Lulinha com um empresário que teria buscado negócios na Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev). Trata-se da segunda frente de investigação. O empresário e sua defesa sempre negaram envolvimento em irregularidades. — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
PF pede terceiro inquérito para investigar Lulinha
O advogado que representa o filho do presidente afirma que a iniciativa seria uma "pesca probatória" por envolver episódios que já foram investigados pela Polícia Federal no âmbito da "Operação Sem Desconto"










