Divulgação — Foto: Divulgação A ordem veio da própria inteligência artificial: vender a agência. Curioso sobre o futuro da profissão, Vittor Straus pôs um agente de IA para varrer o mercado global, e a resposta apontou uma direção clara. O caminho estava na Profound, a empresa americana que criou a categoria de "visibilidade de marcas em IA". Vittor vendeu a agência de marketing e fundou a TIDEX, a leitura brasileira desse modelo, ajustada para como o brasileiro de fato usa IA. A lógica é simples. As pessoas pararam de "Googlar" e passaram a perguntar ao ChatGPT, ao Gemini e ao Claude qual produto comprar ou empresa contratar. Quem a IA não cita, some da decisão de compra. E a disputa já tem placar. No estudo da TIDEX, o Nubank lidera a visibilidade em IA com cerca de 67%, quase o dobro do segundo colocado, enquanto o Itaú fica fora do top 20. A TIDEX mede esse jogo e monta o plano para a marca ser citada e recomendada. A marca projeta atender mais de 500 clientes até o fim de 2026.
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