O dono de restaurante Maurício Nishimori tem um funcionário que, por três meses seguidos, sumiu por um dia inteiro depois do depósito do salário. "Eu liguei para a esposa dele e descobri que o problema era aposta", disse Nishimori à Folha, pedindo para preservar os nomes de seu colaborador e de seu negócio.
O empresário lida com um desafio reportado por diferentes entidades patronais e sindicais: os efeitos do adoecimento pelo jogo no ambiente de trabalho.
Relatos de dívidas de milhares de reais e crises familiares ligadas a perdas nas apostas chegam aos departamentos de recursos humanos, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos).
A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) cita constantes pedidos de adiantamento e a desatenção dos funcionários como sinais de alerta.
Pessoa apostando em jogos de azar em site de apostas conhecido como bet - Pedro Affonso/Folhapress








