O Brasil não faz parte da lista. A medida atinge vistos de negócios e turismo - B1 e B2 - e tem como objetivo prevenir "a permanência ilegal" no país. EUA congelam vistos: veja perguntas e respostas De acordo com o comunicado, divulgado publicamente no site oficial do departamento, o projeto-piloto, que foi testado durante um ano, "forneceu dados suficientes para sugerir que um programa de fiança de visto é uma ferramenta eficaz". A medida atinge vistos de negócios e turismo - B1 e B2 - e tem como objetivo prevenir "a permanência ilegal" no país. "Os funcionários consulares podem exigir que os solicitantes de vistos de não imigrante abrangidos depositem uma caução de até US$ 20.000 como condição para a emissão do visto, conforme determinado pelos funcionários consulares", diz o texto. O programa entra em vigor no dia 3 de agosto, data prevista para sua publicação no Diário Oficial da União. O Brasil não está incluído no programa. Saiba mais abaixo: A busca pelo visto EB-2 NIW nos EUA — Foto: Divulgação Quem será afetado ArgéliaAngolaAntígua e BarbudaBangladeshBeninBotsuanaBurundiButãoCabo VerdeCambojaCosta do MarfimCubaDjibutiDominicaEtiópiaFijiGabãoGâmbiaGeórgiaGranadaGuinéGuiné-BissauLesotoMalauiMauríciasMauritâniaMongóliaMoçambiqueNamíbiaNepalNicaráguaNigériaPapua Nova GuinéQuirguistãoRepública Centro-AfricanaSão Tomé e PríncipeSeicheles SenegalTajiquistãoTanzâniaTogoTongaTunísiaTurcomenistãoTuvaluUgandaVanuatuVenezuelaZâmbiaZimbábue Valor da caução Os oficiais consulares poderão exigir uma garantia financeira de até US$ 20 mil por solicitante, dependendo da avaliação individual do caso. Objetivo O Departamento de Estado afirma que relatórios federais mostram que milhares de visitantes temporários permanecem nos EUA além do período autorizado, o que motivou a adoção do programa como ferramenta de fiscalização migratória. Segundo o governo americano, a caução serve para garantir que o visitante deixe os Estados Unidos dentro do prazo autorizado e o programa atinge países com: altas taxas de permanência irregular após expiração do visto;deficiências no compartilhamento de informações com os EUA;sistemas considerados insuficientes de verificação de identidade e antecedentes criminais;falhas em processos de triagem, segurança documental e emissão de cidadania LEIA TAMBÉM: Donald Trump Veja também