Segundo o processo, os fatos teriam ocorrido entre janeiro de 2025 e março de 2026; artista nega as acusações 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ator e cantor Fiuk — Foto: Divulgação O cantor Fiuk virou réu por perturbação do sossego após a Justiça de São Paulo receber uma denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP-SP). Segundo a acusação, o artista provocava barulho excessivo durante a madrugada ao ligar e acelerar veículos no condomínio onde mora, em Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo. De acordo com a denúncia, os episódios ocorreram entre janeiro de 2025 e março de 2026, em horários destinados ao descanso dos moradores. A ação penal foi recebida pela Justiça em 7 de julho, após o entendimento de que há indícios suficientes para o prosseguimento do processo. Nota da defesa do cantor Fiuk — Foto: Reprodução Fiuk responde por suposta prática da contravenção penal de perturbação do sossego, prevista no artigo 42, inciso III, da Lei de Contravenções Penais. A infração é considerada de menor potencial ofensivo e prevê pena de 15 dias a três meses de prisão simples ou multa. Antes do recebimento da denúncia, o cantor participou de uma audiência em que o Ministério Público ofereceu uma proposta de transação penal, mecanismo que permite encerrar o processo mediante o cumprimento de medidas alternativas, como prestação de serviços à comunidade ou pagamento de prestação pecuniária. Segundo a acusação, Fiuk recusou o acordo. Em nota, a defesa afirmou que o artista negou as acusações e, por isso, optou por não aceitar a proposta. "Fiuk nega a acusação e, por essa razão, optou por não aceitar a proposta de transação penal, a fim de exercer plenamente seu direito de defesa e permitir que os fatos sejam esclarecidos pela Justiça com base nas provas produzidas no processo", diz trecho da manifestação. Os advogados também informaram que solicitaram o encaminhamento do caso à Justiça Restaurativa, nos termos da Resolução nº 225/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de favorecer o diálogo entre as partes e preservar a convivência. A defesa acrescentou ainda que o cantor "respeita seus vizinhos, não tem a intenção de causar incômodo a ninguém" e permanece comprometido com uma convivência "responsável e harmoniosa", afirmando confiar que os fatos serão esclarecidos pela Justiça. Até o momento, o processo segue em tramitação na Justiça de São Paulo e ainda não houve julgamento do mérito da acusação.