A procuradora-geral de Nova York processou a Kalshi nesta sexta-feira (31), alegando que sua plataforma de mercado de previsões viola as leis estaduais contra jogos de azar ilegais.
O caso movido pela procuradora-geral Letitia James intensifica uma batalha, que inclui uma enxurrada de processos e contraprocessos, sobre quem deve regulamentar o setor de mercados de previsão —os estados americanos individualmente ou o governo federal.
Em petição apresentada em um tribunal estadual de Manhattan, James afirmou que a Kalshi não obteve licença da Comissão de Jogos do Estado de Nova York para operar sua plataforma, onde pessoas negociam com base em resultados de jogos esportivos, eleições e outros eventos.
A procuradora-geral disse que tais plataformas podem incentivar o jogo problemático, inclusive por menores de 21 anos, e colocar em risco a saúde financeira, emocional e física das pessoas.
Ela apresentou petições semelhantes em abril contra duas outras operadoras de mercados de previsão —Coinbase Financial Markets e Gemini Titan— afirmando que os chamados contratos de eventos das três empresas eram "quintessencialmente" jogos de azar.










