0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Construção civil: Minha Casa, Minha Vida terá nova faixa de renda — Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo A Patrimóvel, imobiliária da Lopes que opera no Rio, ampliou sua atuação para além do médio e alto padrão e prevê bater R$ 1 bilhão em vendas em 2026 com ajuda do segmento econômico. A companhia de Vitor Moura, sócio-presidente da Patrimóvel, abriu neste ano uma operação inteiramente dedicada a imóveis do Minha Casa, Minha Vida, com um time de 200 pessoas. Uma das oportunidades, segundo o empresário, é a ampliação dos limites do Minha Casa, Minha Vida, programa governamental com juros subsidiados. O teto, na chamada faixa 4, subiu de R$ 500 mil para R$ 600 mil. A renda familiar máxima também subiu para R$ 13 mil. A nova unidade da Patrimóvel com foco no segmento econômico foi aberta no Shopping Via Parque, na Barra da Tijuca. — Há uma grande expectativa de que esses limites destravem o mercado. Várias incorporadoras estão preparando lançamentos na faixa 4, e queríamos estar posicionados — explica Moura, que fez carreira na Queiroz Galvão e na Brasil Brokers antes de empreender como franqueado da Lopes, assumindo a operação da Patrimóvel em 2022. Feirões A Patrimóvel é a maior franquia da Lopes no país e obtém 80% do seu faturamento por meio da venda de lançamentos, com tíquete médio de R$ 1 milhão. Segundo o empresário, a imobiliária comercializou mais de R$ 3,5 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) e mais de quatro mil unidades desde 2022, com crescimento médio anual de 25%. No primeiro semestre do ano, a imobiliária participou de 23 lançamentos e vendeu cerca de R$ 420 milhões em VGV em mais de 500 imóveis, segundo Moura. Antes de a temporada de lançamentos do segundo semestre se aquecer, a marca está promovendo dois "feirões" de estoque, mirando públicos distintos. No filão de médio e alto padrão, a Patrimóvel foca em empreendimentos localizados no Centro, na Barra da Tijuca, no Flamengo, em Ipanema, no Leblon e em Copacabana, em parceria com as incorporadoras Opportunity, SIG, Liga, Tegra, Patrimar, Calper e Balassiano. No segmento econômico, a ação reúne Riva, Direcional, Vitale, Novolar, MRV e Emccamp.
Patrimóvel entra no filão econômico de olho em novo limite do MCMV e mira R$ 1 bilhão
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