0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula — Foto: Arquivo A investigação voltou a ganhar novos desdobramentos após a Polícia Federal encaminhar ao STF, nesta semana, pedido para abertura de nova apuração sobre supostos acessos indevidos ao gabinete presidencial. A PF reabriu o inquérito após a descoberta de movimentações associadas a Lulinha, levantando indícios de influência irregular em decisões do governo federal. Originalmente, a relatoria do caso estava concentrada em Mendonça. A PF pediu a redistribuição e teve parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O processo foi sorteado e caiu novamente com Mendonça, que se tornou o relator da nova investigação. No STF, a avaliação é que o ministro tem atuado com prudência, respeitando os pedidos feitos pela Polícia Federal e PGR. Essa postura é vista como forma de blindagem contra eventuais acusações de uso político do processo com aproximação da campanha eleitoral. — Se Mendonça seguir tomando decisões calçadas em pedidos da PGR e da PF estará bem coberto — resumiu um colega da corte. A movimentação no STF acontece em um contexto delicado e com potencial de trazer impactos para a reeleição de do presidente Lula, a depender dos desdobramentos do caso.
Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha
Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha












