A receita líquida da mineradora foi de US$ 10,49 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 19% O lucro líquido da Vale no segundo trimestre caiu 35%, conforme informou a companhia nesta quinta-feira (30), para US$ 1,37 bilhão. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de US$ 3,67 bilhões entre abril e junho, alta anual de 9%. A receita líquida da mineradora foi de US$ 10,49 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 19%. “Entregamos resultados sólidos na comparação anual em todos os negócios, com o minério de ferro atingindo sua maior produção para um segundo trimestre desde 2018 e o cobre seu melhor segundo trimestre em nove anos”, afirmou o presidente da Vale, Gustavo Pimenta, em nota. “Nossa forte geração de Ebitda e fluxo de caixa demonstra a força e a resiliência da Vale em um ambiente global dinâmico, sustentadas pela alta qualidade dos nossos ativos e por nosso compromisso contínuo com excelência operacional e eficiência.” A dívida líquida expandida, que inclui compromissos assumidos com reparação de Brumadinho e Mariana, no segundo trimestre ficou em US$ 16,6 bilhões, baixa anual de 4%. A execução da reparação de Brumadinho chegou a 83% até o segundo trimestre. Na reparação de Mariana, foram desembolsados R$ 82,4 bilhões até 30 de junho, disse a Vale. Preços do minério A Vale atualizou as projeções para o custo caixa C1 (da mina ao porto) para o minério de ferro este ano, e para o custo “all-in” do minério de ferro, do níquel e do cobre, também para 2026. Além disso, a companhia atualizou as estimativas para este ano para a produção de níquel e cobre. O custo caixa C1 do minério de ferro deverá ficar entre US$ 22,5 e US$ 23,5 por tonelada em 2026, contra projeção anterior de US$ 20 a US$ 21,5 por tonelada. O custo “all-in” do minério de ferro este ano, por sua vez, deverá ficar entre US$ 58 e US$ 62 por tonelada, contra estimativa anterior entre US$ 52 e US$ 56 por tonelada. A projeção para o custo “all-in” do cobre em 2026 passou da faixa de US$ 1 mil a US$ 1,5 mil por tonelada para até US$ 500 por tonelada. A estimativa para o custo “all-in” do níquel este ano agora é de US$ 10 mil a US$ 11,5 mil por tonelada, contra estimativa anterior entre US$ 12 mil e US$ 13,5 mil. O volume estimado para a produção de cobre este ano passou de 350 mil toneladas a 380 mil toneladas para um volume entre 360 mil toneladas e 380 mil toneladas. A previsão para o volume produzido de níquel passou de 175 mil toneladas a 200 mil toneladas para um volume entre 185 mil toneladas e 200 mil toneladas. Vale mineração mineradora minério trator mina trator caminhões — Foto: Vale - divulgação
Lucro da Vale cai 35% no segundo trimestre, para US$ 1,37 bilhão
A receita líquida da mineradora foi de US$ 10,49 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 19%






