Pernambucano afirmou que deixou de pagar seis meses de aluguel depois de registrar uma redução na quantidade de convites para shows 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O cantor e compositor Afroito — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você O artista pernambucano busca arrecadar fundos para adquirir o imóvel onde reside e trabalha em Recife. A iniciativa gerou polêmica nas redes sociais devido ao alto valor solicitado. Criado em Olinda, Afroito iniciou sua carreira em 2016. Sua sonoridade mistura ritmos tradicionais de Pernambuco com influências contemporâneas de rap, R&B e brega. O cantor lançou os álbuns Menga e LEBARON, que abordam ancestralidade e afeto. Ele também lidera projetos independentes voltados à valorização da cultura negra local. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O cantor pernambucano Afroito virou assunto nas redes sociais ao lançar uma campanha de financiamento coletivo com o objetivo de arrecadar R$ 1 milhão para adquirir o imóvel onde vive, em Recife. De acordo com o artista, aproximadamente R$ 800 mil seriam destinados à compra da residência. O restante serviria para quitar cerca de R$ 50 mil em aluguéis em atraso, além de cobrir multas, impostos e outras despesas relacionadas. Afroito afirmou que deixou de pagar seis meses de aluguel depois de registrar uma redução na quantidade de convites para apresentações. Segundo ele, a casa também é utilizada como espaço para ensaios, gravações e encontros com outros músicos. Veja o vídeo a seguir: A iniciativa gerou reações distintas. Muita gente criticou a campanha, questionando o pedido de apoio financeiro para a compra de um imóvel de alto valor e a escolha de manter um aluguel de R$ 5 mil sem uma fonte de renda estável. Em meio às críticas, Afroito defendeu a vaquinha, argumentando que o financiamento coletivo é uma prática recorrente no setor cultural. Ele ressaltou ainda que os colaboradores recebem recompensas, entre elas discos de vinil, ingressos e experiências exclusivas. Trabalho independente Nascido no Recife e criado em Olinda, Afroito começou sua trajetória artística como compositor em 2016 e passou a disponibilizar seus trabalhos de forma oficial a partir de 2020. Sua produção musical reúne influências da cultura popular pernambucana com elementos de rap, R&B, brega e ritmos afro-brasileiros. O músico costuma descrever sua obra como uma investigação sobre ancestralidade, negritude, afeto e identidade, temas que aparecem de forma recorrente em suas composições. Antes de alcançar maior visibilidade nacional, Afroito integrou projetos independentes e trabalhou ao lado de artistas como Malka Julieta, Dellacrox, Banca 021 e Majur. Ele também esteve à frente da criação do coletivo Omonirá e do evento Preto na Praça, iniciativas dedicadas ao fortalecimento da cultura negra e à valorização de artistas periféricos em Pernambuco. Em 2021, lançou seu primeiro álbum, Menga, trabalho inspirado no coco de roda e em outras expressões culturais pernambucanas. Já em 2023, apresentou LEBARON, disco que tem o brega como eixo central e aborda temas ligados ao amor, ao desejo e às relações afetivas. O projeto deu continuidade à proposta de combinar referências populares com sonoridades contemporâneas da música negra brasileira. Atualmente, Afroito é apontado como um dos representantes da nova geração da música pernambucana. Com uma carreira baseada na produção autoral e independente, o artista atua não apenas como cantor e compositor, mas também como produtor de seus próprios projetos. Ao longo de sua trajetória, tem defendido o financiamento coletivo como um instrumento para viabilizar iniciativas culturais e artísticas.
Saiba quem é Afroito, o cantor que fez vaquinha para comprar casa de R$ 1 milhão
Pernambucano afirmou que deixou de pagar seis meses de aluguel depois de registrar uma redução na quantidade de convites para shows






