A inflação subjacente, que desconsidera componentes mais voláteis como alimentos e energia, também mostrou aceleração, passando de 2,9% para 3,0% em julho Em julho de 2026, a inflação na Espanha apresentou aceleração, reforçando a trajetória de alta dos preços no país. Segundo prévia do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) avançou 0,2% em relação ao mês anterior, após um desempenho inferior à sua média histórica de longo prazo, de 0,5% ao mês. Na comparação anual, a inflação ao consumidor subiu para 3,5%, ante 3,2% em junho, mantendo-se acima dos níveis observados recentemente, embora ainda abaixo da média histórica de 6,31% registrada desde 1955. A inflação subjacente, que desconsidera componentes mais voláteis como alimentos e energia, também mostrou aceleração, passando de 2,9% para 3,0% em julho, segundo dados preliminares. O movimento sugere uma pressão inflacionária mais disseminada na economia, para além dos itens tradicionalmente mais sujeitos a oscilações. Já o índice harmonizado de preços ao consumidor (HICP), utilizado para comparações dentro da União Europeia, apresentou comportamentos distintos nas bases mensal e anual. Em relação a junho, houve queda de 0,1%, revertendo parcialmente a alta de 0,6% registrada no mês anterior e superando as expectativas de mercado, que apontavam retração de 0,2%. Por outro lado, na comparação com julho de 2025, o HICP avançou 3,8%, acima da projeção de 3,7% e no maior patamar desde fevereiro de 2023. Os dados indicam que, apesar do recuo mensal do índice harmonizado, as pressões inflacionárias permanecem elevadas quando observadas em uma perspectiva anual.
Prévia da inflação de julho da Espanha mostra alta de 0,2% na comparação mensal e de 3,5% no ano
A inflação subjacente, que desconsidera componentes mais voláteis como alimentos e energia, também mostrou aceleração, passando de 2,9% para 3,0% em julho














