PUBLICIDADE Governador em exercício afirmou que Ministério da Saúde realizará pedido do estado para aumentar capacidade da unidade, sem detalhar valor do investimento ou cronograma das intervenções 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ricardo Couto, governador em exercício do Rio, discursa sob olhares de autoridades — Foto: Domingos Peixoto / Agência O GLOBO RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 28/07/2026 - 19:46 Governo Federal e Estadual Unem Esforços para Melhorar Saúde no RJ Durante visita do presidente Lula ao Hospital Federal do Andaraí, o governador em exercício, Ricardo Couto, anunciou o apoio do Ministério da Saúde para ampliar o atendimento no Hospital Universitário Pedro Ernesto. Sem especificar valores, a medida responde a um pedido do secretário estadual de Saúde. O hospital enfrentou recentemente uma crise, desativando leitos de UTI criados na pandemia. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Em meio à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Hospital Federal do Andaraí, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira, o governador em exercício, Ricardo Couto, afirmou que o Ministério da Saúde dará apoio à ampliação da capacidade de atendimento do Hospital Universitário Pedro Ernesto. O anúncio foi feito durante cerimônia em que o governo federal apresentou investimentos na rede hospitalar federal do estado. Segundo Couto, a medida atende a um pedido apresentado pelo secretário estadual de Saúde, Manoel Damião, ao Ministério da Saúde. O governador em exercício, porém, não informou o valor do investimento nem o cronograma para a execução das intervenções. — A União estará ajudando o Hospital Pedro Ernesto a ampliar suas portas de atendimento. O pedido foi feito pelo secretário Manoel Damião e já foi atendido — afirmou. No discurso, Couto também destacou a parceria entre os governos federal e estadual na área da saúde e defendeu a atuação conjunta entre União, estado e municípios para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde. Crise recente O Hospital Universitário Pedro Ernesto enfrentou uma crise no início de 2025, quando decidiu desativar um Centro de Tratamento Intensivo (CTI) com 15 leitos criados durante a pandemia de Covid-19. Em matéria do GLOBO, à época, a direção da unidade alegou a necessidade de contenção de despesas após o fim do projeto que financiava a equipe responsável pelo setor. Na ocasião, um ofício assinado pelo então diretor-geral do hospital, Rui de Teófilo, determinou o fechamento gradual dos leitos. Novas internações foram suspensas e, a cada alta, as vagas eram desativadas para que o espaço fosse transformado em enfermarias. No documento, a direção citava restrições orçamentárias e a não renovação do projeto que custeava os profissionais do CTI. A Secretaria estadual de Saúde informou, naquele período, que atendeu a uma solicitação da direção do hospital e afirmou que os equipamentos seriam reaproveitados pela própria unidade. Já o Pedro Ernesto sustentou que o CTI era destinado originalmente ao atendimento de pacientes pós-Covid e que a reorganização da estrutura fazia parte da adequação da assistência às necessidades da rede.