Geovani Moisés da Silva dos Santos foi reconhecido pela vítima, segundo a Polícia Civil 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Geovani Moisés da Silva dos Santos foi autuado em flagrante por estelionato — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 28/07/2026 - 08:15 Ambulante é preso em Copacabana por cobrar R$ 8,5 mil por caipirinha Um ambulante foi preso em Copacabana por cobrar R$ 8,5 mil de um turista polonês por uma caipirinha. Geovani Moisés da Silva dos Santos foi identificado pela vítima e autuado por estelionato. O caso é semelhante a outro ocorrido recentemente na mesma praia. A Polícia Civil destacou que Geovani já tem passagens por porte de drogas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um ambulante suspeito de cobrar R$ 8,5 mil de um turista polonês por uma caipirinha, na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi preso em flagrante, nesta segunda-feira, por policiais da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat). Geovani Moisés da Silva dos Santos foi localizado na altura do Posto 3. A vítima relatou que o autor ofereceu uma caipirinha por R$ 40. O pagamento foi feito com um cartão de crédito. Minutos depois de a transação ser feita, o estrangeiro constatou uma cobrança no valor de R$ 8,5 mi. Além disso, foram registradas outras três tentativas de transações recusadas que, somadas, ultrapassavam R$ 34 mil. De posse das características dos envolvidos, os policiais identificaram e abordaram o autor, que foi reconhecido pela vítima. De acordo com a Polícia Civil, Geovani tem passagens criminais por porte de drogas. Ele foi levado para a sede da Deat e autuado em flagrante por estelionato. Caso anterior No último dia 19, a Deat já havia realizado uma prisão por um crime semelhante, também na Praia de Copacabana. Na ocasião, Wellington Tavares Gomes Cardoso foi apontado como responsável por aplicar o chamado "golpe da maquininha" contra um turista francês. Segundo a Polícia Civil, o ambulante ofereceu duas caipirinhas por R$ 80, mas afirmou que não poderia receber o pagamento em dinheiro, aceitando apenas cartão de crédito. Após a compra, a vítima constatou que havia sido cobrada em R$ 8.246,40, em vez dos R$ 80 combinados. Em depoimento na Deat, o suspeito negou ter aplicado o golpe, segundo a delegada Patrícia Alemany, titular da especializada. Anda de acordo com a policial, ele teve a prisão em flagrante mantida e foi encaminhado à Polinter, onde permanecerá à disposição da Justiça.