Emissões bilionárias das hyperscalers para financiar a inteligência artificial passam a disputar recursos com os Treasuries e ajudam a pressionar os juros de longo prazo Sede da Alphabet, a controladora do Google, em Mountain View, Califórnia — Foto: David Paul Morris/Bloomberg Virou consenso na Faria Lima a percepção de que as emissões de dívida das hyperscalers para financiar investimentos em inteligência artificial (IA) são tão grandes a ponto de acirrar a competição com a dívida pública. Na prática, o governo dos Estados Unidos também tem de pagar juros mais altos para se financiar e, com as taxas dos Treasuries nas alturas, os juros de longo prazo ao redor do globo também sobem.
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