Ex-técnico da seleção brasileira trata uma infecção pulmonar e passou um um procedimento cirúrgico 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção, foi um dos entrevistados — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 27/07/2026 - 14:31 Carlos Alberto Parreira Recebe Alta da Semi-Intensiva Após Infecção Pulmonar Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção brasileira, recebeu alta da unidade semi-intensiva do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde trata uma infecção pulmonar. Apesar da melhora clínica, Parreira, de 83 anos, segue traqueostomizado e está em tratamento há mais de 40 dias. Ele também enfrenta um quadro de linfoma de Hodgkin. O ex-técnico permanece lúcido e com função renal estabilizada. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ex-técnico da seleção brasileira e tetracampeão do mundo Carlos Alberto Parreira recebeu alta da unidade semi-intensiva do Hospital Samaritano, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, onde trata uma infecção pulmonar. Ele deu entrada na unidade de saúde no dia 16 de junho. Segundo boletim médico, Parreira segue traqueostomizado, está lúcido, colaborativo e com sua função renal estabilizada. Aos 83 anos, ele está há mais de 40 dias em tratamento, onde chegou a passar por uma cirurgia, após complicações de seu quadro, há um mês, no dia 27 de junho. Ainda segundo a note divulgada pelo hospital, o ex-técnico permanece sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar. Parreira também tem um quadro de linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que se origina no sistema linfático, um conjunto composto por órgãos (linfonodos ou gânglios) e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células através do corpo. O linfoma de Hodgkin tem a característica de se espalhar de forma ordenada, de um grupo de linfonodos para outro grupo, por meio dos vasos linfáticos. A doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), mais frequentemente um do tipo B, se transforma em uma célula maligna, capaz de multiplicar-se descontroladamente e disseminar-se. A célula maligna começa a produzir, nos linfonodos, cópias idênticas, também chamadas de clones. Parreira foi campeão do mundo com a seleção em 1994 e voltou a treinar a equipe na Copa de 2006 — Foto: AFP PHOTO/ORLANDO KISSNER Com o passar do tempo, essas células malignas podem se disseminar para tecidos próximos, e, se não tratadas, podem atingir outras partes do corpo. A doença origina-se com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax denominada mediastino. A doença pode ocorrer em qualquer faixa etária; porém, é mais comum entre adolescentes e adultos jovens (15 a 29 anos), adultos (30 a 39 anos) e idosos (75 anos ou mais). Os homens têm maior propensão a desenvolver o linfoma de Hodgkin do que as mulheres. Confira a nota do hospital na íntegra O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que Carlos Alberto Parreira recebeu alta para a unidade semi-intensiva e continua apresentando melhora clínica no seu quadro global. O paciente está traqueostomizado, lúcido, colaborativo e com sua função renal estabilizada. Carlos Alberto Parreira está internado desde 16 de junho, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com diagnóstico de inflamação pulmonar e permanece sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.