História da vida e do crime cometido pela paranaense é tema de novo filme da Netflix 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Elize Matsunaga real (à direita) e a interpretada por Lorena Comparato — Foto: Divulgação Netflix Depois da série documental "Elize Matsunaga: Era uma vez um crime" (Netflix, 2021) e da ficcional "Tremembé" (Prime Video, 2025), Elize Matsunaga volta à cultura pop com outra produção inspirada em sua história e no crime que ela cometeu em 2012, quando esquartejou o marido, Marcos Matsunaga. Batizado de "Elize: Sombras de uma mulher" e também da Netflix, o longa é estrelado por Lorena Comparato, com roteiro de Raphael Montes e Mariana Torres e direção de Felipe Vellas. Hoje com 44 anos, Elize Araújo Giacomini (Elize Araújo Kitano Matsunagam quando se casou) foi condenada a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão em dezembro de 2016, quatro anos depois de matar o marido, herdeiro do grupo alimentício Yoki e pai de sua filha. Atualmente, a paranaense de Chopinzinho vive em Franca, onde cumpre a pena em liberdade condicional, concedida em 2022 Lá, trabalhou como motorista de aplicativo e, como trabalho mais recente de que se tem notícia, faz roupas para pets, segundo a CNN. Como foi o julgamento de Elize Acusada por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima", informou o Tribunal de Justiça de São Paulo) e destruição e ocultação de cadáver, Elize recebeu a sentença do júri depois de sete dias de julgamento. Ela já cumpria pena na penitenciária feminina de Tremembé, no interior de São Paulo, lugar que inspirou a série do Prime Video lançada no ano passado e cuja segunda temporada já está em para odução. Na época da série, Elize gravou um vídeo ao advogado, o criminalista Luciano Santoro, em que agradece o apoio das pessoas que a acompanham. “Estou muito feliz por ter vencido, pelas pessoas que me apoiaram, que compreenderam. Infelizmente, não posso consertar o que se passou, um erro que cometi”, disse ela. “Hoje estou tendo uma segunda chance. Infelizmente o Marcos não, mas acredito que, na espiritualidade, ele já tenha me perdoado, e peço isso todas às vezes em minhas orações. E muito obrigado pelo apoio, muito obrigada mesmo pelas pessoas que me compreendem, aos meus advogados, à minha família, amigos (…) Nunca mais (voltar àquele lugar).”