Cantora diz que canção é sobre esperança e cura, e não autorizou que governo dos EUA utilizasse o sucesso, o que chamou de 'completa violação' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Katy Perry — Foto: Michael Tran / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você Ao afirmar que "minha música existe para unir as pessoas, não para celebrar a guerra", a cantora se junta a nomes como Kesha e Celine Dion, que também protestaram contra o uso de suas obras pela equipe de Trump. A cantora declarou que não autorizou o uso da faixa e criticou a associação de sua obra com ações militares CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A cantora Katy Perry criticou em seu perfil nas redes sociais o governo Donald Trump Unidos após a conta oficial da Casa Branca utilizar “Firework”, um dos seus maiores sucessos, como trilha sonora de um vídeo mostrando ataques militares. Katy afirmou que não autorizou o uso da música e classificou a associação de uma canção sobre "esperança, cura e força interior" com imagens de guerra como uma “completa violação” de tudo o que ela representa. “Minha música existe para unir as pessoas, não para celebrar a guerra", lamentou a cantora, em um post no Instagram. "Ver uma mensagem de autoestima e elevação sendo usada como trilha sonora para a destruição e a violência é uma violação completa de tudo o que a minha música representa", criticou, no mesmo texto. Prática comum da Casa Branca no governo Trump Não foi a primeira vez que um artista ataca a conta da Casa Branca, durante o governo Trump por uso indevido e fora do contexto de seus sucessos. Em março deste ano, a cantora Kesha publicou um texto nas redes sociais reprovando o uso de "Blow" em conteúdos da Casa Branca. Em resposta, o assistente de Trump ironizou na época que criticar só daria mais visualizações ao conteúdo que usou a canção: imagens de um caça lançando um míssil e destruindo o um navio inimigo, sob o título "Letalidade". Kesha classificou o uso de sua arte para "promover a violência" como algo desumano. "Tentar fazer pouco caso da guerra é nojento", afirmou na época. Sabrina Carpenter, Olivia Rodrigo, Celine Dion, Rolling Stones e Radiohead são alguns artistas que já se manifestaram contra o uso de suas músicas pela equipe de Trump. Steven Cheung, assistente da Casa Branca, já ironizou as críticas dizendo que "todos os cantores caem nisso" e os protestos dão mais atenção aos vídeos: "As pessoas querem ver do que elas estão reclamando", publicou no X.