Um tribunal federal dos Estados Unidos, no estado da Virgínia, decidiu que as restrições impostas pelo governo de Donald Trump a uma pílula abortiva são "ilegais" e devem ser reavaliadas.

O processo foi movido pelo Centro de Direitos Reprodutivos, uma organização sem fins lucrativos, e trata da distribuição do medicamento mifepristona.

A organização apresentou a ação em nome de prestadores de serviços de aborto nos estados da Virgínia, Kansas e Montana.

A questão central analisada pela Justiça foi o conjunto de normas da Estratégia de Avaliação e Mitigação de Riscos (REMS, na sigla em inglês).

Uma dessas normas obriga os profissionais que prescrevem o medicamento a se registrarem junto ao fabricante, criando um banco de dados nacional de prestadores de serviços de aborto que, segundo os defensores desse procedimento, pode representar um risco à segurança dos médicos.