Animais foram filmados em área preservada do Parque Nacional Iberá, em Corrientes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Tamanduá é flagrado carregando filhote nas costas em parque na Argentina — Foto: Reprodução / Instagram / @parquenacionalibera RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/07/2026 - 19:44 Vídeo de Tamanduá com Filhote nas Costas Viraliza na Argentina Um tamanduá foi flagrado no Parque Nacional Iberá, na Argentina, carregando um filhote nas costas, comportamento comum até um ano de idade para camuflagem contra predadores. O vídeo, compartilhado no Instagram, viralizou recentemente. O tamanduá, ameaçado de extinção no país, é um símbolo da fauna local e enfrenta ameaças como atropelamentos e incêndios. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um passeio em família por um parque na Argentina viralizou nas redes sociais recentemente. Imagens gravadas no Parque Nacional Iberá, na província de Corrientes, nordeste do país, mostram um tamanduá andando carregante um filhote nas costas. O vídeo de poucos segundo foi compartilhado no perfil da unidade de conservação no Instagram. O hábito é comum para essa espécie. Até cerca de um ano de idade, os filhotes viajam assim, juntinhos da mãe. Além do conforto para a cria, ajuda que passe despercebida por possíveis predadores, uma vez que fica camuflada na faixa preta da pelagem, característica do animal. A comunicação ocorre por meio de assobios curtos e agudos. O vídeo da cena foi publicado em maio deste ano, e viralizou recentemente. Nas imagens, além de mãe e filhote, outro adulto aparece junto a eles. O trio está numa área verde dentro do parque nacional. O tamanduá é um dos animais mais emblemáticos da fauna nativa da Argentina. O tamanduá pode atingir até 2,5 metros de comprimento, medindo do característico nariz até a cauda, que é espessa e com pelugem volumosa. Quando adulto, o indivíduo pode pesar mais de 40 kg. Esse é um animal solitário e pacífico, ativo durante o dia ou à noite, dependendo do clima. Seu cardápio é composto exclusivamente de formigas e cupins, capturados usando seu focinho tubular e língua pegajosa, que pode chegar a 60 cm de comprimento. Na Argentina, é classificada como espécie ameaçada de extinção, embora seja relativamente abundante na floresta do Chaco. Esse cenário ocorre por ações humana, tendo entre as principais ameaças atropelamentos, incêndios e ataques de cães. Devido à sua importância ecológica, a espécie foi declarada Monumento Natural em diversas províncias do país, como Chaco e Santiago del Estero. Inseminação artificial pode evitar extinção de felino mais raro do mundo 1 de 12 Classificado como 'criticamente ameaçado' pela União Internacional para a Conservação da Natureza, leopardo-de-amur pode perder habitat e algumas de suas presas — Foto: Romeo Boetzle/AFP 2 de 12 Inseminação artificial é esperança para evitar extinção de felino mais raro do mundo — Foto: Romeo Boetzle/AFP X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Acredita-se que os felinos malhados, nativos das margens do rio siberiano de mesmo nome, na fronteira entre a Rússia e a China, sejam encontrados em pequena quantidade na natureza — Foto: Romeo Boetzle/AFP 4 de 12 Procedimento inovador realizado na semana passada por Khala, um leopardo de 15 anos no Zoológico de Mulhouse, perto da fronteira com a Alemanha, aumentou as expectativas de que programas de reprodução em cativeiro poderiam salvar a espécie — Foto: Romeo Boetzle/AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Antes que o corpo de 35kg de Khala pudesse ser levado para a mesa de operação, ela teve que ser sedada — Foto: Romeo Boetzle/AFP 6 de 12 Minutos depois, Khala dormia com os olhos bem abertos enquanto sete veterinários começavam seu trabalho em torno do leopardo, resplandecente em sua pelagem preta e dourada — Foto: Romeo Boetzle/AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Na manhã da operação, Khala acasalou novamente com Baruto, um macho de 14 anos. Mas com seus acasalamentos até então infrutíferos, os veterinários decidiram dar um empurrãozinho na natureza — Foto: Romeo Boetzle/AFP 8 de 12 Baruto, 15kg mais pesado que Khala, foi o primeiro na mesa de operação, com um sistema intravenoso bombeando continuamente um coquetel de anestésicos em sua corrente sanguínea para mantê-lo sedado — Foto: Romeo Boetzle/AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Com uma pequena amostra do sêmen do leopardo extraída, chegou a vez de Khala ser operada — Foto: Romeo Boetzle/AFP 10 de 12 Como resultado, mesmo que o esperma de Baruto fertilize o óvulo de Khala, há o risco de ele não conseguir se fixar às paredes do útero — Foto: Romeo Boetzle/AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 À medida que a população diminui, os felinos sobreviventes têm menos parceiros em potencial, aumentando os riscos de endogamia — Foto: Romeo Boetzle/AFP 12 de 12 Khala e Baruto não foram escolhidos aleatoriamente: sua composição genética foi considerada variada o suficiente para reforçar a diversidade genética da espécie — Foto: Romeo Boetzle/AFP X de 12 Publicidade Leopardo-de-amur pode perder habitat e algumas de suas presas