PUBLICIDADE JESTFLY aposta em peças de luxo, cristais, couro e alfaiataria para criar uma identidade visual que acompanha sua trajetória na música eletrônica 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Da cartola aos cristais: DJ cria personagem visual com moda de luxo — Foto: Divulgação | CO - Assessoria RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/07/2026 - 08:17 DJ JESTFLY Revoluciona Música Eletrônica com Figurinos de Luxo Na música eletrônica, a imagem dos DJs tornou-se crucial, com figurinos e acessórios ultrapassando R$ 400 mil. JESTFLY, DJ e produtor, investe em alfaiataria geométrica, couro e cristais para criar uma identidade visual única, que reflete força, glamour e esportividade. Peças de luxo, como as da Philipp Plein, são usadas para construir uma experiência visual marcante, integrando moda e música em suas apresentações. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Na música eletrônica, a imagem deixou de ser apenas um complemento do som. Figurinos, acessórios e styling passaram a participar da construção de personagens, atmosferas e experiências visuais capazes de tornar um artista reconhecível antes mesmo da primeira batida. Em um cenário cada vez mais competitivo, vestir-se para o palco também se transformou em parte da performance, da memória do público e da narrativa que acompanha cada lançamento. Esse movimento ampliou também as possibilidades da moda masculina de palco. Brilho, transparência, alfaiataria, couro, paetês, sportswear e silhuetas marcadas passaram a dividir espaço no mesmo guarda-roupa, rompendo com a ideia de que o visual masculino precisa ser discreto, funcional ou previsível. Mais do que eliminar fronteiras, essa mistura cria presença, teatralidade e contraste, permitindo que força, glamour, sensualidade e referências futuristas coexistam. Na música eletrônica, essa liberdade ganha ainda mais força porque o DJ se apresenta em um ambiente dominado por luzes, telões, efeitos visuais e imagens em movimento. A roupa precisa dialogar com esse excesso e, muitas vezes, competir com ele. Ombros estruturados, cristais, volumes, acessórios e peças de impacto deixam de ser apenas escolhas estéticas e passam a funcionar como elementos de identificação. Antes mesmo de o público reconhecer uma faixa, uma silhueta, uma textura ou um personagem já podem revelar quem está no palco. É nesse território que o DJ e produtor musical JESTFLY construiu a própria identidade visual. Seu figurino de cena combina alfaiataria geométrica, couro, sportswear, cristais, cartolas, óculos futuristas e peças de forte presença para criar uma imagem que escapa dos códigos tradicionais da moda masculina. "Eu nunca quis construir uma imagem previsível. Gosto justamente do contraste entre força, glamour, brilho e elementos esportivos", afirma. Como um DJ usa moda, luxo e teatralidade para criar um personagem no palco — Foto: Divulgação | CO - Assessoria Mais do que alternar estilos, o artista usa esses elementos para criar teatralidade e reconhecimento, transformando o figurino em uma extensão da música e do universo apresentado nos clipes e nas apresentações. JESTFLY abriu o próprio closet e mostrou algumas das peças que ajudam a construir essa narrativa. De um lado, aparecem jaquetas esportivas ligadas ao basquete e ao streetwear, usadas para uma imagem mais urbana e descontraída. Do outro, blazers de paetês, animal print, couro, cristais, cartolas e calças bordadas compõem a versão noturna do personagem. DJ aposta em cristais, couro e alfaiataria para romper padrões da moda masculina — Foto: Divulgação | CO - Assessoria "Eu costumo dizer que existe um visual do dia, mais colorido, fashion e esportivo, e outro para a noite, para os shows e para os clipes, mais glamouroso. Fui garimpando as peças até perceber que essas duas linguagens poderiam existir dentro do mesmo universo", conta. A construção desse acervo envolveu pesquisa, customizações e a colaboração de profissionais especializados. Segundo o artista, o investimento acumulado já ultrapassa R$ 400 mil entre roupas, acessórios, calçados e styling. Algumas produções reúnem blazers da Philipp Plein, peças cravejadas à mão com cristais Swarovski, calçados que podem chegar a R$ 20 mil e cartolas de couro feitas sob encomenda. "Eu não queria simplesmente reunir roupas caras. Precisava de pessoas que entendessem a imagem que eu buscava e me ajudassem a transformar referências em looks com função dentro do projeto. Quando olho para esse closet, vejo as diferentes fases visuais do JESTFLY", afirma. DJ mostra peças de luxo e revela como a moda virou extensão da música — Foto: Divulgação | CO - Assessoria Entre as peças de maior impacto está uma produção da Philipp Plein que, segundo o DJ, ultrapassa R$ 100 mil. O blazer custa entre R$ 30 mil e R$ 40 mil; a camiseta, cravejada manualmente com cristais Swarovski, chega a aproximadamente R$ 12 mil; a calça, também trabalhada à mão, varia entre R$ 15 mil e R$ 20 mil; e o tênis ou sapato pode alcançar R$ 20 mil. A composição é finalizada por uma cartola de couro legítimo feita sob encomenda, avaliada em cerca de R$ 10 mil. Para JESTFLY, o valor das peças está ligado à capacidade de construir uma experiência visual. Segundo ele, a Philipp Plein foi a marca que melhor traduziu o conceito de glamour que desejava levar para sua imagem e para o projeto como um todo. "O que me chamou atenção foi o excesso bem construído, o brilho, a presença e a exclusividade. São peças lançadas em quantidades muito pequenas, o que faz com que cada look tenha uma força quase única. Não é sobre vestir uma grife por vestir. É sobre encontrar uma linguagem que converse com tudo o que está ao redor", explica. A cartola faz referência direta à trajetória anterior do artista no rock, enquanto os óculos futuristas, os cristais e as modelagens dramáticas apontam para a fase eletrônica. Já as jaquetas esportivas reforçam o lado urbano do personagem. Ao reunir esses códigos, o closet passa a funcionar como um mapa visual das diferentes etapas da carreira. "Eu não estou apenas me vestindo para tocar. Estou vestindo um universo. Já investi mais de R$ 400 mil nessa construção porque acredito que a música precisa ser ouvida, mas também precisa ser vista. Não é sobre roupa sem gênero. É sobre glamour sem medo", conclui.