Com atuação no segmento de consórcios, acompanha as transformações que ampliaram o uso da modalidade entre diferentes perfis de consumidores e para objetivos patrimoniais cada vez mais variados. Tiago Oliva Schietti — Foto: Divulgação Durante muitos anos, o consórcio esteve associado principalmente à aquisição de veículos. Hoje, esse cenário é mais amplo. A modalidade passou a integrar o planejamento financeiro de consumidores que buscam imóveis, equipamentos, serviços e outras formas de investimento patrimonial, acompanhando uma mudança no comportamento de quem prefere organizar grandes aquisições com antecedência. Essa diversificação tem ampliado o alcance do setor e alterado a forma como o mercado enxerga o consórcio dentro do universo do crédito. A evolução não está relacionada apenas ao crescimento da modalidade, mas também à mudança nas necessidades dos consumidores. Em diferentes momentos da vida financeira, pessoas e empresas passaram a buscar soluções compatíveis com seus objetivos de médio e longo prazo, fazendo com que o consórcio deixasse de atender a um público específico para alcançar perfis bastante distintos. O consórcio passou a atender diferentes objetivos patrimoniais A expansão do mercado acompanha uma transformação importante na forma como consumidores organizam suas decisões financeiras. Se antes a modalidade era lembrada principalmente para a compra de automóveis, atualmente também faz parte do planejamento de quem pretende adquirir imóveis, investir em equipamentos, contratar serviços ou estruturar projetos de longo prazo. A experiência de Tiago Oliva Schietti no mercado de consórcios acompanha essa mudança de perfil. Segundo sua percepção sobre o setor, a diversidade de objetivos tornou o processo de contratação mais estratégico, exigindo que consumidores compreendam as características da modalidade antes de definir qual solução melhor atende às suas necessidades. Consumidores mais informados mudaram a dinâmica do setor O acesso à informação alterou significativamente a jornada de contratação de produtos financeiros. Antes de tomar uma decisão, é cada vez mais comum que consumidores pesquisem modalidades disponíveis, comparem alternativas e procurem entender o funcionamento de cada operação. Esse comportamento também influenciou o mercado de consórcios. Empresas passaram a investir em conteúdos educativos e em processos de atendimento voltados ao esclarecimento de dúvidas, acompanhando um público que deseja compreender aspectos relacionados à carta de crédito, contemplação, planejamento financeiro e utilização da modalidade em diferentes contextos. Na rotina do segmento, Tiago Oliva Schietti identifica que a busca por informação qualificada se tornou parte do processo de decisão, contribuindo para escolhas mais compatíveis com o perfil financeiro de cada consumidor. Planejamento de longo prazo fortalece a modalidade A organização financeira ganhou protagonismo nas decisões patrimoniais dos brasileiros. Em vez de analisar apenas o acesso imediato ao bem, muitos consumidores passaram a incorporar objetivos de médio e longo prazo ao planejamento familiar e empresarial, avaliando como diferentes modalidades podem contribuir para uma gestão mais equilibrada dos recursos. Esse movimento acompanha uma tendência observada em diversos segmentos da economia, nos quais previsibilidade e planejamento passaram a orientar decisões que antes eram tomadas com foco predominantemente no curto prazo. Para quem atua diariamente nesse mercado, como Tiago Oliva Schietti, essa transformação reforça a importância de compreender o funcionamento de cada modalidade antes da contratação, permitindo que a decisão esteja alinhada aos objetivos financeiros de cada pessoa. Um mercado que acompanha novas formas de construir patrimônio A evolução do mercado de consórcios reflete mudanças mais amplas na relação dos brasileiros com planejamento financeiro e formação de patrimônio. À medida que consumidores diversificam seus objetivos e buscam decisões mais estruturadas, cresce a importância de modalidades que possam ser incorporadas a estratégias de médio e longo prazo. Nesse contexto, o setor tende a acompanhar um público cada vez mais atento às características de cada solução financeira, valorizando informação, previsibilidade e planejamento como elementos centrais para decisões patrimoniais mais conscientes.